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Quando no Sábado percorremos as ruas do centro tivemos, mais uma vez, oportunidade de ver o quão mal está a terra e quão pouco foi feito pelo Álvaro para que alguma coisa mudasse. Nas diversas ruas por onde passámos o que encontramos foram espaço comerciais que antes tinham a porta aberta, fechados. E tudo tem vindo a acontecer mesmo debaixo dos olhares da autarquia e daqueles que lá mandam. Não conseguimos encontrar uma única medida que tivesse sido tomada e que se possa dizer que trouxe algum beneficio para que ali tem ainda o seu espaço aberto. Ao longo destes anos, conseguimos apenas encontrar um único estabelecimento que abriu. Em três anos de mandato pode-se contar um bar que abriu e quantos foram os estabelecimentos que fecharam? Mas nada disto parece ter importado ao Álvaro que, pela cara que o vimos fazer, pareceu ter constatado pela primeira vez o que por todos é conhecido: o deserto em que o centro da terra se tornou. Mas, além do centro fechado, houve algo que não entendemos! Os elementos da câmara e os boys que os acompanhavam fizeram questão de ir em comitiva, como que se fossem em pré-campanha! Será que foi para se protegerem uns aos outros, para parecer que eram muitos ou terá mesmo sido aproveitamento de um movimento cívico apartidário? Já os elementos do PCP vimo-los andarem de forma isolada, como meros cidadãos, à semelhança das muitas centenas que ali com todos os outros estavam, e não como força partidária em pré-campanha ou numa tentativa de ganhar votos e simpatias


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10 comentários

  1. Parou a olhar para o EDITAL

    O Presidente está a olhar ali para aquele papel naquela vitrina do ex bar Stephens. Devia estar a olhar para a data. O dito cujo já ali está mesmo há muito tempo.

    Pela forma como parou a olhar, percebe-se que ali já não passa à mesmo muito tempo.

    Eu estou farto, farto, farto de aqui 2dizer” e noutros lugares, onde tenho a certeza que lhe chega a informação, para SAÍR DO GABINETE!

    Devia todos os meses fazer uma ronda a PÉ pela Marinha Grande, MAIS OS SEUS VEREADORES, não é verdade?

  2. Mas será que a Câmara se pode substituir-se aos privados, donos dos prédios e empreendedores?
    Ali, é a pescada ou a marmota de rabo na boca. Não há oferta, logo não há apelos à frequência do Centro histórico, o comércio que existia era decrépito e desajustado aos consumidores de hoje, no modelo, em oferta, em apelo, em horários… Não havendo frequentadores, potenciais consumidores, também não surgiu o investimento. O que falta, o ovo ou a galinha?
    Pode ser que a reabilitação do Teatro e da Resinagem tragam frequentadores e oportunidades para empreendedores interessados. Mesmo que achemos o investimento elevado, a Câmara tem dado algum contributo, com o arrendamento de prédios que foram reabilitados pelos proprietários, com a reabilitação do seu património e de outros prédios para instalar serviços. O próprio Presidente da Câmara, julgo não estar enganado, já deu contributo pessoal com a reabilitação do edifício do Café Novo, onde hoje funciona, ao que parece com sucesso, a “Tasca Nova”. Um bom exemplo que em vez dos lamentos e das lágrimas de crocodilo, deveria ser seguido por quem pode. Haverá quem não possa fazer obras, mas o mais certo, é a maioria “ficar-se na retranca” aguardando que o vizinho faça e, sem mexer uma palha, valorize as ruínas adquiridas. Ruinas de um passado com Gente de outra dimensão, que deu à Marinha notoriedade e grandeza.
    Um bom tema para reflexão será o de, nesto quadro e com os mecanismos legais que existem, avaliar como poderá a Câmara promover o desenvolvimento do Centro histórico de que tanto se fala.

    • Obviamente que câmara não se pode substituir aos privados nem fazer o que a lei não permite mas não foi um erro demasiadamente grave ter o transito cortado durante meses a fio no centro da Marinha por causa das obras e só depois de muita reclamação ter sido aberto? Não deveria a câmara promover actividades no centro para poder chamar pessoas e não estar apenas à espera que as obras terminem, como se ali estivesse a salvação de tudo? Como esperar que a Casa da Cultura venha salvar ou promover algum crescimento de movimento se não há, segundo dizem as pessoas da câmara, dinheiro para nada? Não deveria a câmara incentivar que as obras se realizem ou ter feito de modo a que o estacionamento, tal como prometeu no programa eleitoral, fosse gratuito, obtendo outros locais onde fazer o estacionamento? Porque mantém a J. Ferreira Custodio sem utilização? Porque não há dinamização dos museus, com publicitação de eventos de modo a chamar pessoas ao centro? Não tem a câmara um dever de promover o centro, mais que não seja, enfeitando-o?
      Quanto ao que refere do contributo pessoal, não será estranho que um presidente de câmara tenha que dar o contributo pessoal?! Não deveriam ser os serviços da câmara a facilitar e promover essa reabilitação? E se o fez em relação a esse estabelecimento, porque não o fazer em relação aos demais que precisam de ajuda?
      Não conheço os mecanismos legais para promover mas seis dos mecanismos legais usados para entravar, desde logo com taxas elevadas, com burocracia, dificuldade em obtenção de licenças. Bastaria que a câmara tivesse um sistema que facilitasse o acesso aos serviços, não apenas em anúncios mas em facilidade real, para que isso pudesse ser já um incentivo. O que se vê acontecer em Leiria é um exemplo do que aqui poderia ser feito mas como o Dr Álvaro não gosta do “Sr Castro” não lhe quer seguir o exemplo. Compreendo que quem não nasceu para gerir uma câmara tenha muita dificuldade em fazê-lo de forma eficaz, mas não era preciso que mostrassem de forma tão evidente a sua falta de capacidade.
      A Marinha estava a morrer e com esta câmara continuou, sem que sequer fosse tentada uma reanimação.

  3. Comparar a postura dos elementos do PS com os do PCP não faz sentido. Não têm comparação. O PCP sempre se pautou por estar ligado à população e aos mais desprotegidos. Por esse motivo os vimos junto da população sem estarem em grupos. É assim que se distingue uns e outros.

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