Parar ou não parar!

Categoria Resinagem by Curioso4 Comentários


Com a decisão do tribunal a considerar nula a adjudicação da obra da resinagem, há um problema que afecta todos os que estão na câmara, maioria e oposição. A obra deveria parar de imediato e qualquer pagamento que seja feito depois de ter sido conhecida a decisão é ilegal. Até que seja encontrada uma solução, tudo deverá ficar parado. Todos os que na câmara autorizem pagamentos, tendo em conta a Lei dos Compromissos, poderão ser responsáveis por esses pagamentos que, como dissemos, são ilegais. Mas a obra tem um prazo. A obra recebe fundos comunitários que, se o prazo não for cumprido, não serão recebidos. A oposição poderia exigir que a lei fosse, desta vez, cumprida e pressionar a paralisação da obra, até para evitarem problemas pessoais. Mas fica a questão de saber qual é o interesse da terra. As asneiras cometidas vão levar a que a terra fique penalizada. Isso já se sabe! Se agora for mandada parar a obra e pararem os pagamentos, não irá ficar mais penalizada? Se a adjudicação foi mal feita, mandar agora parar a obra poderá ser um outro erro! Fica por saber se os membros da câmara irão aceitar assumir o risco de, para o bem da terra e para que não tenhamos que suportar mais encargos do que os que iremos já suportar, manter a obra em andamento, com o risco que daí pode vir para eles. 


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Comentários

  1. Avatar

    VERGONHA!

    Sindicato entrega pré-aviso de greve nas empresas de vidro de embalagem A Federação dos Sindicatos da Indústria e Serviços anunciou hoje que vai entregar um pré-aviso de greve nas empresas de vidro de embalagem nos próximos dias feriados. Segundo o dirigente do Sindicato Democrático da Energia, Química, Têxtil e Indústrias…

    Querem deitar abaixo as nossas empresas!

    1. Avatar

      Eu estou farto de gente que não sabe do que esta a falar.
      As empresas de que está a falar têm lucros de milhões de euros só no primeiro semestre, e decidiram cortar aquilo que estava acordado em acordo colectivo de trabalho. aplicaram o novo código do trabalho que deveria só ser aplicado a empresas que estivessem em dificuldade. Foram os trabalhadores, que exigiram o pré-aviso de greve, não foi o sindicato que impôs.
      Só mais uma achega, quem quiser prescindir do que os sindicatos conseguiram desde 74, é fácil… chega ao patrão e diz que não quer nada do que foi negociado, quem tem tem coragem de ficar com o ordenado de 1974. Assumam a vossa cobardia, ao não fazê-lo se continuarem a desdenhar no trabalho colectivo dos sindicatos.

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    É inaceitável que façam uma greve momento.
    É melhor juntarem-se ao Álvaro para dar cabo disto tudo. Já agora levem também o Cruz.

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