PSSeguro

Ontem ouvimos o Seguro falar e afirmar que não quer ir para o governo sem eleições. Ao ouvirmos isso lembrámos que ele poderá mesmo ser o próximo primeiro ministro do país. Ficámos assustados! Já tínhamos ouvido falar que ele era uma nulidade mas fomos confirmar qual era o seu curriculum. Ficámos ainda mais assustados. Aquele que se perfila para ser o próximo a mandar no país não tem qualquer experiência profissional. É o exemplo mais perfeito do que é um boy. Até o Homer consegue ter mais curriculum que este personagem! Temos assim na corrida ao lugar de quem manda no país uma nulidade, sem experiência profissional, sem curriculum, sem nada que nos possa dar alguma esperança que dali possa surgir algo de diferente e de bom. Tem cartão de militante do PS e tem sido isso que o tem feito andar por aí na política. Se com o Passos estamos mal, com o Seguro não iremos para melhor e ficamos espantados quando, ao vermos as sondagens, o povo começa a dar sinais de que quer no lugar do Passos uma nulidade. Será que nunca iremos aprender?


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11 comentários

  1. Não tem currículo este nem muitos outros que fizeram da política profissão. Estamos entregues à bicharada política e sindical. Temos dirigentes sindicais que desde o 25 de Abril nunca mais fizeram mais nada do que estar nos sindicatos. Também não confio nesses.

  2. O espetro partidário está cheio de “boys” e de “girls”, parasitas que nunca fizeram nada na vida a não ser ser do partido A, B ou C. Os dirigentes sindicais tb estão na mesma, sendo que muitos deles estão há “séculos” no mm lugar e a sua principal preocupação é assegurar o “posto”.
    Precisamos de “MENOS POLÍTICOS E MELHORES POLÍTICOS”. Eu irei votar sempre nulo, até a grande maioria dos dirigentes partidários serem mudados…

  3. Votar é uma obrigação, em nome da Democracia e dos direitos readquiridos com o 25 de Abril.
    Agora, por uma vez, talvez os partidos necessitem que todos votemos em branco e que eles se elejam com os seus próprios votos, para que sintam como estamos desiludidos com a forma que foram dando à democracia representativa.
    Por muita teoria política que possam assimilar, mesmo que vão às feiras e mercados, falta-lhes sempre a proximidade da vivencia do dia-a-dia do Povo e do trabalho, do que é lutar honesta e firmemente por uma oportunidade de trabalho, ou fazê-lo assumindo os próprios riscos financeiros e sociais dum projecto, enfim, criar riqueza, seja em bens materiais, em arte ou em solidariedade e cidadania, e estar com os pés no chão.
    Generalizando, que me perdoem as excepções, quem hoje está na calha para representar o país real e concretizar os sonhos de sucesso duma velha Nação, é gente sem alma, que põe ideologias e princípios de parte quando sente que é preciso, e trepa, trepa, até onde lhe deixarem os pares, da sua ou de outra agremiação, também ela ocasional, fruto da oportunidade.

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