Casa CulturaEmpecilhos

Ontem contaram-nos uma coisa que nos deixou menos preocupados com o futuro. Lá para o ano, a Casa da Cultura deverá estar concluída e abrirá portas. Já aqui falámos que achamos que a função de direcção de tal espaço deveria ser entregue a quem possa desenvolver a cultura; conhecer e dar-se com os agentes culturais do concelho e até nacionais; ter capacidade de aproveitar o espaço onde estão a ser gastos uns milhares. Preocupou-nos o facto de tal função ir ser entregue a uma funcionária que, aparentemente, não tem conhecimentos nessa área nem são reconhecidas capacidades especiais para essa função e cuja habilitação especial poderá ser o facto de ter uma relação próxima com a Teresa. O que nos contaram deixa-nos mais tranquilos porque soubemos que a futura directora está já a estagiar nas assembleias municipais como auxiliar de som, a ajustar microfone e a distribuir papeis entre os vereadores e deputados. Pensámos que alguém com habilitação para ser director de um espaço de cultura não tivesse apenas por função a de dar apoio às assembleias municipais, como um qualquer funcionário de escalão baixo, mas se virmos isso nas perspectiva de ser um estágio, é outra coisa! Assim poderá até começar a aprender a sorrir. Há coisas na vida em que ser não basta, tem também que parecer. Quem vai desempenhar tão importante função na Casa da Cultura não pode parecer ser apenas um mero funcionário de escalão baixo com uma mera função de estafeta. Não pode mesmo! O executivo camarário deveria ter atenção aos detalhes e não sujeitar os funcionários a certos papeis.


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4 comentários

  1. Bom, se é verdade o que aqui está escrito, é muito triste. Deviam, de facto, ter cuidado a certos pormenores para evitar cair no ridículo.

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