Casa da CulturaCMMGTocándarTojeira

Passado mais de um ano desde que foram feitas as promessas aos Tocándar, hoje continuam a ensaiar à chuva. Acreditamos que o Tojeira tenha pensado que estaria a lidar com pessoas que cumprem o que prometem e não terá exigido que as promessas fossem feitas por escrito. Por esse motivo, hoje ensaiam com ameaça de água. Pode até ser que na câmara pensem que o som da água nos tambores possa dar umas sonoridades interessantes mas a verdade é que isso apenas leva a que possa causar mais custos. Claro que com os pouco mais de seis mil euros que a câmara lhes dá por ano poderão sempre comprar uns dois foles e um bombo! A verdade de tudo isto é que os dias passam e as soluções teimam em não surgir. Mas, pode ser que agora com a “Casa da Cultura”, em vias de ficar a uns 10% de estar concluída, possa surgir uma qualquer promessa de eles poderem ir para lá ensaiar. Sempre seria uma forma de ocupar um espaço que pensamos irá ficar claramente desaproveitado. Mas não apenas a câmara tem responsabilidade. O Tojeira tem alguma culpa: acreditou em quem não devia!


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21 comentários

  1. O Tojeira fez outra coisa mal. Deveria ter posto a sede em Leiria e deixar que o Bartolomeu gerisse o grupo. Já tinham fechado mas o Dr Álvaro já lhes tinha arranjado um espaço à borla.

  2. A câmara só se preocupa com o que pode dar votos e o Paulo é do PCP o que faz com que nem o Álvaro nem o Paulo tenham este assunto em cima da mesa para ser resolvido.

  3. Conclusão: a culpa disto tudo é da chuva. Se não chovesse, não haveria problema nenhum!
    Pois é, quando a esmola é muita, o pobre desconfia. Apesar das promessas feitas, não existe vontade em concretizá-las. Sempre foi assim e, pelos vistos, sempre será: os eleitos para a autarquia não têm grande sensibilidade cultural; e quando existe ou surge alguém com ideias ou projectos novos não se lhe é dado o devido apoio (a não ser que estejamos a falar de determinados indivíduos ou grupos de indivíduos porque, nesta terra, qualquer desgraçado parece que anda com uma etiqueta na testa a dizer que é deste ou daquele partido ou que defende esta ou outra causa). Desta forma não vamos a lado nenhum e julgo que não sou o único com este ponto de vista. Foi assim que chegámos à secura de iniciativas culturais que se vive hoje no concelho; e as que vão havendo, geralmente não são de iniciativa camarária ou não recebem o seu apoio nas devidas condições.
    No caso particular do Tocándar, o que está em causa é a criação das condições mínimas para que um grupo de jovens, que desenvolve actividades culturais e que representa o concelho no país e além fronteiras, possa praticar essas actividades de forma condigna. É apenas disto que se trata e não de defender os interesses desta ou daquela pessoa. A esta hora, já está tudo a pensar que eu sou muito ingénuo e que não percebo as verdadeiras encenações dos principais actores desta peça: mas esse é que é o mal, qualquer coisa que se pretenda desenvolver nesta terra, se não for pela ou pelas pessoas certas, tem logo alguma intenção específica ou a defesa de um interesse qualquer.
    Aqui o interesse é comum: tanto é uma necessidade do Tocándar (enquanto agente que desenvolve cultura no concelho e o representa lá fora) como um dever da autarquia (enquanto principal agente fomentador de actividades culturais concelhias) que ambas as partes se entendam (sem promessas e com mais concretizações) em torno da criação de condições dignas à prática das actividades promovidas pelo Tocándar. E não são precisos luxos. Só são necessárias as condições mínimas e adequadas. E não me venham agora com a desculpa da crise e da recente Lei dos Compromissos alegar que não há dinheiro: se houver vontade sincera na conjugação de esforços para a criação de condições para o Tocándar, de certeza que no apertado e extenso orçamento da câmara se arranjam uns cêntimos (e atenção, que não estou a dizer que só câmara deverá custear a totalidade das operações).
    Enfim, já chega, cansei-me de escrever! Cá estarei para ir acompanhando futuros desenvolvimentos (ou não…!).

  4. Observador50 disse:
    Concordo em absoluto com o comentário 3, o projecto Tocándar é absolutamente extraordinário nesta, como em qualquer outra terra do Pais, para alem da dinâmica cultural que desenvolve, tem a mais valia do ponto de vista social de reunir um conjunto de jovens adolescentes evitando desse modo comportamentos desviantes nessa fase importante da formação do individuo.
    Também não me parece que a questão seja meramente politica partidária, caso contrário a situação teria ficado resolvida com a anterior gestão autárquica CDU.
    Suponho que o problema mais complexo seja precisamente a localização dessas instalações para o grupo, que deverão ser preferencialmente deslocadas para fora do aglomerado urbano de maior densidade. A problemática acústica é um ponto que tem jogado a desfavor dessa mesma localização das instalações.
    Em tempos esteve na mesa a possibilidade nas instalações da FAE…que era demasiado longe do centro, disseram alguns. Outra hipótese colocada foi a ampliação do bloco de sanitários de apoio ao ténis no Parque Mártires, este com baixo pé-direito o que se revela incomportável acusticamente num ensaio deste tipo e se for apenas para guardar os instrumentos, não parece ser a melhor solução.
    Não tenho, infelizmente, qualquer sugestão sobre o local ideal, mas de uma coisa eu tenho a certeza, a insensibilidade dos vários responsáveis desta terra para solucionar a questão, deixa-me por demais inconformado e triste ao sentir o marasmo cultural a que chegámos por aqui…um pouco à semelhança do Pais em geral.
    Pela manhã e inicio de tarde, ouvia-se no centro o ribombar dos tambores, às primeiras gotas de chuva o grupo recolheu….pois claro!

  5. É de lamentar que ao fim destes anos todos em que já existe os TOCANDAR,ainda não se ter criado um espaço para que eles possam ensaiar sem qualquer problema.Isto é um pouco da montra de como está o nosso pais.É o deixa andar para tudo sem se quer que se resolva alguma coisa.É de lamentar é o facto de determinadas pessoas chegarem a certos cargos sem qualquer empenho para os mesmos.

  6. O Rui Junior resolve algumas coisas com o dinheiro da Câmara do Seixal, da Câmara da Moita e do INATEL! Mas consta que a coisa se está a pôr feia por lá… Mas estavamos a falar da Marinha e de gente da marinha, não era? Mais gota de água, mneos gota de água, isto é tudo um problema de cultura! Como os dirigentes locais (passados e actuais) sofrem de alguma falta de cultura, os projectos culturais sofrem com a falta de cultura deles! E isso é que é a verdadeira razão para estas miserias!

  7. Apesar de discordar em muita coisa desta autarquia considero que se a autarquia utilizasse verbas municipais para financiar a sede dos tocandar nesta altura de crise o curioso atacava a camara com a desculpa que havia muitos espaços já construídos que se deviam aproveitar.
    Se a autarquia não avança porque tem as dificuldades que todos temos e não gasta dinheiro numa sede dum concelho, em que já existem sedes a mais, fruto de muitos anos em que se despejou dinheiro nas coletividades para fazerem barracões que agora estão às moscas é criticada por não gastar esse dinheiro.
    Porque não se aproveita a sede da Ordem, Amieirinha ou do Império que tem muito espaço interior e exterior e falta de gente nova? Não seria esta uma maneira de dar vida a estas coletividades com a presença dos jovens e familiares? Para quê construir mais barracões só para guardar os bombos? O local onde estão neste momento junto à CGD não serve porquê?

    Enfim o curioso lá saberá o que anda a fazer mas uma coisa é certa se continuar assim perde toda a credibilidade porque é tudo menos coerente e não se percebe qual é a sua filosofia. A parábola do menino do avô e do burro aplica-se aqui que nem uma luva.

  8. O anónimo 10 parece conhecer muito bem as as atuais instalações do tocándar junto à CGD… Quem sabe se não será um dos mandantes da Câmara? O que parece desconhecer é que os edifícios sede das coletividasdes (que não são barracões) são propriedade dos associados. Propriedade privada! E segundo sei das conversas que temos e do que tem vindo a público, não se trata de gastar dinheiro em novas instalações! A CMMG é que queria fazer obras na antiga sede do Clube de Tenis no parque. E o que o tocándar queria era ir para o barracão (este sim barracão) junto aos pavilhões do Parque Municipal da Exposições e situado mesmo ao lado do outro barracão que a CMMG cedeu ao Clube de Judo! E para instalar lá o tocándar, não é precisa grande verba. A questão é que, para além de uma súbita falta de dinheiro, existe uma manifesta falta de vontade e não há lobies do PS a torcerem pela causa! Resumindo, há para uns. Mas para outros não há!

  9. Manifesto a minha solidariedade com o Tojeira e o Tocándar. Há muito que os considero embaixadores culturais do nosso concelho. Pena é que projectos dese tipo tenham de viver quase na miséria. Isso acontece devido à miséria intelectual de quem nos tem governado no concelho e no país!

  10. @Anónimo Caro anónimo. Claro que não poderíamos deixar passar sem comentar a utilização de dinheiro de forma incorrecta. Existem soluções. No entanto, se a câmara tem dinheiro para dar uma sede a uma empresa municipal, que bem poderia ser colocada em instalações existentes, porque não fez uma gestão correcta e aproveitou para dar melhores condições a quem tenta dar ocupação aos jovens.
    Não deixa de ser curioso que afirme que a autarquia não avança porque tem dificuldades mas não se coíba de gastar dinheiro em bienais (este ano parece que não irá haver) ou em acordos com clubes de futebol de fora mas não tenha para as organizações da terra. E se tem dinheiro para dar aos clubes de futebol e manter os campos (como é o caso do IDV) porque não tem para a cultura? O que refere deixa-nos preocupados porque se a câmara não tem dinheiro para a cultura, como ira dinamizar a “Casa da Cultura”?

  11. @Anónimo Caro anónimo. Esquecemos de uma coisa. Em que temos falha de coerência? Porque defendemos que os grupos culturais devem ser apoiados, mesmo que isso implique gastar dinheiro? Porque não entendemos que se pague a um casalinho de Lisboa para vir tratar da bienal quando cá há pessoas capazes? Porque não entendemos as realização de duas obras cujo aproveitamento temos dúvidas? Porque não entendemos que se gaste em obras numa casa que se arrenda atrás do edifício da câmara e a seguir se comprem instalações para colocar lá uns poucos serviços de uma empresas municipal quando há lugar para isso no Atrium? Será por isto que acha que nos falha a coerência? Então não percebemos e gostaríamos muito que nos explicasse, até para corrigirmos alguma coisa que esteja mal no nosso pensamento.

  12. Deveriam valorizar erespeitar o grupo de jovens e o Paulo Tojeira , pois têm um enorme trabalho e dedicação para que o grupo continue com o bom desenvolvimento.
    vê-se mesmo que para estes filhos da puta (que é mesmo assim), o que interessa mesmo é o dinheiro. Custava alguma coisa emprestar um espaço com condições mínimas para o grupo poder ensaiar ? pois.
    não têm a noção de quantas cidades gostariam de ter um grupo igual a este. o presidente da câmara municipal , não valoriza NADA da nossa cultura.
    não tenho mais nada a acrescentar, se são uns ignorantes ao ponto de não entenderem que o grupo precisa de um espaço adequado, dificilmente irão perceber o que estou a tentar transmitir neste comentário.

  13. Há quantos anos existe o Grupo TOCADANDAR?
    Quantos Executivos Camarários existiram, depois deste grupo ter sido formado?
    Só um aparte, cada executivo tem 4 anos.
    Bom Domingo. Olhem a ACADEMICA está a ganhar

  14. @Anónimo Caro anónimo. Doenças graves há-as há muitos anos. Não significa que não se tentem encontrar curas. Há muitos anos que o grupo tem problemas. Não é tempo de alguém resolver, ainda por cima se há promessas feitas?

  15. Pois Anónimo 16… O tocándar existe há mais de 10 anos! E viveu muito calmamente na Escola Acácio Calazans Duarte até há poucos anos!… Mas consta que com umas fintas e uns arranjos os conseguiram tirar de lá quando a escola foi para obras… E só a partir daí é que foi para a Resinagem e agora para o antigo quartel da GNR… Ou seja: há por aí uma “malta” a tentar fazer a folha ao tojeira e ao pessoal do Tocándar há uns anos! E essa “malta” no pára de criar problemas! Esteja ela onde estiver!

  16. Este é um assunto recorrente por aqui. O comentário 19 parece ter sido feito por alguém que conhece o percurso do alojamento dos Tocandar. A ser verdadeiro, conclui-se que apesar das mudanças de local, o agrupamento esteve sempre alojado, agora na GNR. Outra coisa não seria de esperar dada a importância sociocultural do agrupamento e até a notoriedade que o seu desempenho aporta à Marinha Grande.
    Mas o Curioso viu-os a ensaiar à chuva. Essa é que é essa e vá lá saber-se porquê. De castigo, não estariam, que o Tojeira não é homem para isso.
    Já li por aqui de tudo acerca do associativismo, comentários com que concordo, outros, autênticos disparates, ou ainda intencionalmente distorcidos na tentativa de manipular ou dividir os leitores.
    Quem realmente apoia e deseja o sucesso dos Tocandar, talvez descubra uma forma de dar aqui uma mãozinha. Sei lá, uma intermediação que chegue ao mecenas, uma ideia, qualquer coisa que não seja só lamento. É que nem o agrupamento tem meios que lhe garantam a subsistência e auto-suficiência, nem esse ónus deve recair apenas sobre os membros ou familiares, mas também a autarquia não tem a estrita obrigação de lhes resolver todos os problemas.
    Vamos a isso?

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