CMMGLeiria

Mais um ano e mais uma vez temos que discordar do que acontece nesta nossa terra. Nada temos contra o que cada um possa fazer para ganhar a vida mas não entendemos os critérios que a câmara usa para permitir algumas coisas. Soubemos que em Leiria, há uns dias, foi feita uma feira de usados num parque de  estacionamento público, onde vários puderam mostrar o que tinham para vender. Aqui na terra, não sabemos ainda com que critérios, autoriza-se que um dos locais que traz gente à Marinha seja ocupado com um stand de venda de carros usados. Se nós, por três minutos estacionados num local com parquímetros, fomos multados, será que deveríamos ter deixado o carro num dos jardins da terra? Não sabemos quem ali está a fazer negócio nem isso nos importa. Importa sim que vejamos um espaço de lazer transformado num stand onde apenas alguns fazem negócio. Depois de consultarmos as tabelas de ocupação de espaços públicos, não conseguimos encontrar nada onde se enquadre a licença para utilização de jardim para vender carros. Que possa ser uma forma de apoiar o comércio, até poderíamos entender, mas no meio de um parque?! Uma coisa temos que reconhecer: no meio de um jardim, ficam bonitos uns quantos carros usados. Oh se ficam!


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33 comentários

  1. Observador50 disse:
    “Nada temos contra…” “mas não entendemos os critérios”
    “…em Leiria,… foi feita uma feira de usados num parque de estacionamento público”
    “Não sabemos quem ali está a fazer negócio nem isso nos importa”
    “um espaço de lazer transformado num stand onde apenas alguns fazem negócio”
    “Que possa ser uma forma de apoiar o comércio, até poderíamos entender, mas no meio de um parque?”
    “Uma coisa temos que reconhecer: no meio de um jardim, ficam bonitos”

    Afinal em que ficamos, concorda ou não concorda? Com o quê ou em que condições?
    Eu teria preferido que o Curioso fosse mais claro nos propósitos deste seu Post, assim deixa-nos baralhadinhos da tola… é que, ser-se critico não basta, temos que ser, acima de tudo, bem explícitos… senão, corremos o risco de nos deixarem de levar a sério. E esse risco, concerteza, o Curioso não quer correr. Certo?

  2. @Anónimo Caro anónimo. Existe um instrumento na literatura que se chama”ironia” que se traduz em escrever algo em sentido jocoso, dando a perceber que o que se pensa é exactamente o oposto. É claro que nem todos conseguem entender uma ironia, por isso nem sempre a usamos.
    Pensamos que, sem ser com olhos critico na busca de encontrar alguma coisa para apontar, qualquer um entenderá que achamos que a permissão de colocar ali um stand só não é um absurdo porque estupidez parece ser o termo mais correcto. Que a câmara possa ver neste tipo de permissões uma forma de ajudar o comércio até poderemos tentar entender mas há outros sítios onde o deveria fazer que não ali. Efectivamente nada temos contra que a câmara tome iniciativas para ajudar o comercio local. São muito poucas as que vemos serem feitas mas, se esta é uma delas, não concordamos com o modelo usado nem o local escolhido.

  3. Mas não se vê lá polícia nenhuma. Será que por não haver parquímetros não multam ou existe mesmo autorização da câmara para estarem lá? Se assim é, porque está lá apenas uma empresa de venda de carros quando há mais aqui na Marinha?

  4. este assunto não tem interesse nenhum para os marinhenses, pois se o “curioso” se informasse estes “mercados” jà se utilisam nas grandes, médias e pequenas cidades da europa; o “curioso” devia de vez em quando “dar uma volta”; é estranho ainda não têr havido nenhum comentàrio (construtivo) sobre o discurso do Alvaro no dia da espiga pois o “curioso” devia de estar presente!!!!!!!!

  5. @43 Caro 43. Lamentavelmente, para muitos Marinhenses muita coisa não tem interesse. Por isso deixámos chegar a terra ao estado que se vê. Em muitas terras, no país e fora, se usam os locais públicos para promover o comércio. Um jardim ser usado para venda de carros, é a segunda vez… a primeira foi o ano passado também aqui na terra.
    Quanto ao discurso, poderá ser que também seja um assunto que nenhum interesse tenha para os Marinhenses e daí não haver comentários?

  6. Este 43 é cómico. Há uns dias criticou o Curioso por só ir ouvir o Dr. Álvaro. Hoje quer saber o que ele disse. Se há uns dias dizia que havia problemas mais graves no concelho e que o Curioso só queria lavar roupa suja, está hoje tão preocupado com o discurso e menos com um assunto que, não estando de acordo com o Curioso, não deixa de ser algo no sentido que antes o tinha criticado de não falar. Decida-se homem. Se quer chatear o Curioso, assuma-o mas não diga hoje uma coisa e amanha outra.

  7. Stand à borlix?? Se calhar até nem é bem assim. As licenças foram pedidas, pagas e levantadas. Como alguém disse, esta prática já existe em países europeus bem mais desenvolvidos que o nosso onde as pessoas não são mesquinhas e entendem que se devem fazer eventos para chamar as pessoas à rua, mas como a nossa Marinha Grande até é bastante pródiga nestes eventos, este provavelmente está a mais. Realmente, e como o responsável por esta “notícia” saberá, a Marinha Grande está sempre cheia aos fins de semana e o comércio tradicional está de boa saúde e recomenda-se. Por isso, deixem-se de ser mesquinhos e deixem as empresas da cidade tentarem sobreviver a esta crise e tentar criar postos de emprego, que é disso que a Marinha Grande precisa.

    Aproveito para vos convidar a comparecerem no “stand à borlix” que ainda temos café da avó e bolos para o autor deste artigo.

  8. @Anónimo Caro anónimo. Não discutimos que se deva incentivar o comércio local e nada censuramos as empresas que possam tentar fazer face à crise. Achamos é mal que seja feito no sitio onde é e pensamos que a câmara, se licenciou tal actividade, deveria não só permitir que isso fosse feito em locais mais próprios. Como se explica às nossas crianças que não devem andar de bicicleta em cima da relva se agora se vêem carros em cima do parque. Também não sabemos como se explica tanta dificuldade em obter licenças para outras coisas.
    A culpa não está em quem aproveita as oportunidades.
    Agradecemos o convite mas não temos por habito andar atrás de comida ou lanches à borla.

  9. Quem lá está pode ter pago licenças à câmara mas agora os parques são para vender carros? Para a semana é o quê? Feira da ladra? Se carros usados podem ter problemas com fugas de óleo e outros problemas habituais, estarão cumpridas as normas ambientais?

  10. @Anónimo Caro anónimo. Pegando no que diz, nenhum mal veríamos a que a câmara pudesse aproveitar toda a parte poente do parte para ali colocar quiosques ou espaços para que, de forma rotativa, os comerciantes locais pudessem tentar desenvolver a sua actividade. Assim, de forma isolada e sem condições nenhumas criadas, parece-nos errado.
    E porque não colocar ali também umas esplanadas e uns bares onde os pais pudessem estar enquanto as crianças brincam!

  11. A mim, como morador da Marinha Grande, custa-me ver estas atitudes. Se alguém faz alguma coisa, reclama-se porque se faz e se ninguém faz também se reclama.

    Pessoalmente, acho que aquele espaço está muito sub aproveitado. Como alguém disse, porque não colocar uns quiosques durante o verão ou até mesmo promover algum tipo de actividades e dinamizar aquela zona.

    Será que a indignação de quem fez este artigo é motivada por outros motivos que não estão descritos?

    Será que quando alguém faz alguma coisa, tem que haver logo quem diga “Sim Sr., está muito bem feito. Mais valia não fazer nada!”

    É preferível viver numa cidade que não tem eventos ao fim de semana, que não tem cinema, que não tem comércio tradicional (que está cada vez mais moribundo), que JÁ NÃO TEM turismo, que tem cada vez mais desemprego e que está cheia de “agentes do contra”, do que viver numa cidade com tudo o que descrevi anteriormente e que em vez dos “agentes do contra” está cheia de GENTE que quer desenvolver a cidade.

    P’rá frente camarada, fique com essa cidade para si e seja “agente do contra” contra si mesmo. Depois, quando estiver sózinho, pode ser que não goste da sua imagem refletida no espelho.

    Camões descreveu n’Os Lusíadas a personagem do Velho do Restelo. Pelo que escreveu e pela atitude que tomou, da maneira que a tomou será que temos em mãos um Velho do Restelo dos tempos modernos?

    Aja em prol desta cidade, preocupe-se sim em promover esta cidade, não a deite abaixo, contribua positivamente e não tente ser político, porque a política não é o que está a fazer!

  12. @Anónimo Caro anónimo. Nenhum motivo existe além dos descritos até porque, como referimos, não sabemos quem está lá a ocupar o espaço. Achamos, como referimos, que aquele espaço não deverá ser ocupado com venda de carros. Outras actividades há mais ajustadas ao local.
    As vezes que hoje ali passámos não vimos ninguém porque, como é sabido, o sector automóvel está em baixa e não é algo que achamos que promova a terra. Por outro lado, não nos parece que o que ali esteja a acontecer possa ser classificado como evento.
    O Velho do Restelo é uma figura que nada se assemelha com o que pensamos. Não somos nem temos pretensão a ser políticos.

  13. Não sabem e não querem saber. Se quisessem, tinham abordado quem lá está e tentavam saber.

    O que estão a fazer não passa de mais uma manobra política!

    Vendo todo o conteúdo do blog em questão, não encontrei boas referências sobre o que se passa nesta cidade.

    É um “manda abaixo” pegado. Então se for para apontar o dedo à Câmara, melhor.

    Reconheço que tem que haver alguém que diga o que pensa e que ponha o dedo na ferida, mas deve haver alguma coisa bem feita nesta cidade.

    Ou será que não há e são os autores deste blog os “heróis da salvação”?

    Não pensem que são melhores do que os outros, porque assim que estiverem em posição de poder, até vocês serão corrompidos pelo próprio poder.

  14. @Anónimo Caro anónimo. Se não encontramos coisas boas feitas, poderá aproveitar para as enunciar. Como não somos donos da verdade, aceitamos que possamos não ver as coisas boas que possa achar que existem.
    Não somos melhores que muitos mas também não somos piores que a maioria, também não achamos que o sejamos os melhores que os outros e, por isso mesmo, não estamos na política.

  15. Ao comentador nº 14:”até vocês serão corrompidos pelo próprio poder”. Se isto não é, ainda que inadvertidamente, que o poder corrompe o actual executivo camarário então não sei o que é. De notar ainda a total contradição no seu comentário: Admitir que quem aqui escreve poderá um dia estar em “posição de poder”em nada sustenta a ironia que tenta aplicar ao apelidar de “heróis de salvação”. Tentar contradizer o que está correcto por vezes dá nisto : asneira! Se o centro histórico não estivesse moribundo talvez não estivéssemos aqui agora a escrever sobre uma feira automóvel em pleno parque na nossa cidade!

  16. Ao Comentador 7
    Penso que seja o proprietário do Stand à Borlix.
    Então, o Senhor pensa que é com um cafézinho da avó e uns bolitos, ou mesmo um carro em 2ª mão, que contenta esta maralha? Não pense nisso, só um caro de corrida os contenta…

  17. Acho muito bem que vendam carros velhos nos Parques e Jardins da cidade, se for sucata de carros velhos tanto melhor, é mais barato, logo tem mais gente (clientela). Melhor ainda seria vender motorizadas e bicicletas velhas. Aí entrava eu, tenho umas quantas que preciso vender para fazer face à crise.E que tal galinhas, coelhos, couves, batatas, sardinhas,,,,,, dava-me um jeitão, com a dificuldade que tenho para me movimentar! não tinha que subir as escadas do Atrium para ir ao mercado. Também se poupava na jardinagem e rega… assim sim, era ver o comércio a crescer em largura e altura!!!

  18. Este espaço é um tiro ao homem.
    O objetivo é sempre o mesmo acertar no presidente da Câmara.

    Tudo o que se faz é criticado.
    Tudo o que não se faz também é criticado.

    Os mentores do largo devem ser mesmo umas aves raras. Ainda bem que vão dar a cara nas proximas eleições. Assim o povo vai poder dizer de sua justiça.

  19. Eu cá acho graça estarem a implicar com esta iniciativa e não o terem feito com o “stand” da rotunda do Modelo, esse sim “à borlix”.

    Também gostei da parte do “tudo tem um preço mas não estamos à venda”.

    Escrito desta maneira dão a entender que são “corrompíveis”.

    Tinha sido melhor dizerem simplesmente que não estão à venda. Como está tem duplo sentido. Já parecem o Marcelo Rebelo de Sousa naquele comentário que fez na rubrica dele e que depois foi satirizado pelos Gato Fedorento.

    Penso que a “posição de poder” a que alguém se refere nada tem a ver com posicionamento político. Este site, da maneira que está, já pode ser considerado como tal. Por isso foram apelidados de “heróis da salvação”.

    Podiam ter sido apelidados de “expiadores de pecados”, por estarem a apontar os pecados cometidos nesta cidade.

    Disseram que não havia nada que bem feito nesta cidade e se houvesse para se enumerar.

    Pois bem, aqui vamos nós:

    – A requalificação da Ribeira das Bernardas – realmente mais valia estar como estava

    – O próprio Parque da Cerca (já com alguns anos)

    – A estrada Casal Galego – Casal dos Claros (até ao limite da cidade)

    – A Orquestra Ligeira Juvenil da Marinha Grande – desde 1998 a formar jovens músicos – fundada inicialmente pela Junta de Freguesia

    – A TUMG – permitiu a muita gente de posses reduzidas deslocarem-se para o trabalho sem estarem dependentes de outros – nasceu torta mas parece que se endireitou

    Se me esforçar, até devo encontrar mais coisas boas nesta cidade. Sei que há muita asneira feita entre cada coisa boa, mas as coisas boas também têm que ser apontadas por vós.

    Dizer mal e apontar o dedo é sempre fácil, fazer é que é difícil. Podemos errar e depois apontam-nos o dedo.

  20. @Anónimo Caro anónimo. Efectivamente tudo tem um preço o que não significa que estejamos dispostos a ser corrompidos.
    Quanto às obras que refere, nenhuma foi projectada pela actual câmara. A terra tem coisas muitos boas. Ter uma câmara que nada faz de novo ou o que faz poderá não ter o fim e utilização que se apregoa, não é o que possamos querer. Infelizmente ultimamente não temos visto nada a ser feito.

  21. Viva os nossos clientes!

    Viva o Presidente da Câmara!

    Viva a Marinha Grande!

    Viva os comerciantes da Marinha Grande e que tenha«m a mesma iniciativa que nós!

    Já agora:

    Viva os autores do Largo que sabem dizer que as coisas estão mal feitas e não apresentam alternativas e/ ou boas ideias e só sabem apontar o dedo à Câmara por não ser da sua cor política.

    Fica uma ideia no ar:

    Será que os autores do Largo devem facturas na devida empresa e estão a arranjar maneira de expiar os seus pecados?

  22. Gostei do facto dos criadores do Largo serem anónimos mas apontarem o dedo a quem tem nome!

    Sejam adultos e admitam as vossas opiniões!!

  23. Caros anónimos 25, 26 e 27. Como dissemos e repetimos, pela terceira vez, não sabemos qual a empresa que está no parque pelo que dificilmente poderíamos tentar expiar o que quer que fosse. Também nada devemos a ninguém pelo que a sua questão não tem fundamento.
    Quanto a dar ideias e não apenas apontar o que está mal, já antes aqui dissemos que se quiséssemos ser nós a governar a terra, teríamos concorrido às autárquicas. Quem concorre fá-lo porque diz que tem ideias. Esperamos que sejam postas em prática. Quem está na câmara é pago para trabalhar, ter ideias e fazer coisas.
    Não temos cor política e nada temos contra a câmara. Adorávamos que a sua acção não permitisse que alguma coisa a tivéssemos a dizer. Era sinal que tudo estava bem. E, se ler o último post, verá que nada nos move contra esta câmara. Move-nos a incompetência, a mentira, a arrogância e a prepotência, venha de que partido for.

  24. Cá vai uma rica ideia para os políticos (autarcas): Não prometam o que não querem cumprir, Exemplo: o que fizeram e estão a fazer com a freguesia da Moita e ás pessoas que lá moram, é muito baixo. Todos os Marinhenses sabem do que escrevo…

    O tempo da mordaça já lá vai.

    Era só o que faltava, sermos uma comunidade monarca, sómente composta por vassalos.
    Somos uma República.
    Viva a República.

  25. Mais um dia que passou, em fui passear ao jardim da cerca, uma das poucas coisas que temos na marinha grande para distrair, vi uma pequena exposição automóvel, visitei e gostei, era algo diferente, entretanto li estes comentários sobre esta exposição, fico triste com os comentários negativos, como é que algo tão pequeno incomoda tanta gente, digo isto diretamente ao sr ou srª que começou por ativar este dispositivo que se chama critica, será que a sua vida não lhe chega, será que esta crise ainda não lhe afetou, então tente ver as noticias e lá compreenderá este verdadeiro jogo de ideias em que as empresas têm que ter para sobreviver, já vi que é um entendido, pelo qual saberá o tamanho total do parque e como reparou como eu, os automóveis estiveram a um pequeno canto. Para terminar gostava de dar o meu apoio as empresas da marinha grande e que estas tenham iniciativas como esta que servem para dar vida e cor esta terra em que nós vivemos e aqueles que criticam as boas ideias só tenho a dizer “Vai mas é trabalhar”

  26. Tenho uma empresa, e já estou a pensar em fazer também um pequeno evento, para a promover. Apenas fica aqui um obrigado á empresa que organizou este evento para se auto promover neste tempo de crise, foram corajosos mais uma vez obrigado e não se importem com os comentários, vozes de burro não chegam aos ceus

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