Impostos no máximo?

CuriosoÁlvaro, CDU, CMMG, PSD, Santos11 Comentários


Foi agora criada a possibilidade de os municípios poderem recorrer a ajuda financeira, como forma de serem resgatados da situação de rotura. Essa possibilidade implica que as autarquias tenham que colocar as taxas de tributação dos diversos impostos locais nos valores máximos. Ouvimos o Ruas, da câmara de Viseu, anunciar que poderá até reduzir a carga fiscal. Isto levou-nos a, além de desejar que ele nos governasse, tentar saber como estão as finanças por cá e se irá haver recurso a esse plano de salvação. Como em quase tudo o resto, nada se consegue saber! Essa ausência de informação não é apenas na comunicação social  local. É também nos locais onde a câmara coloca alguma informação. Num e noutro local, nada se sabe. E, tendo sido já dito que a câmara está numa situação financeira muito débil, temos o receio que o Álvaro queira recorrer a esse fundo de salvação por forma a poder cobrir as despesas e pagar algumas das decisões que foram tomadas. Isso levará a que tenhamos que ser todos nós a suportar, com mais impostos, essa decisão. É assim essencial que, seja da parte da câmara ou da oposição, seja dito a todos nós o que vai ser feito, se alguma coisa. Querermos saber se a câmara vai recorrer a essa linha de crédito e se iremos ter que suportar a carga de impostos pelas taxas máximas não é apenas curiosidade, é um direito. Não queremos ser apanhados de surpresa a ter que pagar impostos pelas taxas máximas porque, se nem quando jogamos Monopólio isso acontece, na vida real muito menos.


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11 Comentário em “Impostos no máximo?”

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    Os anónimos anteriores estão a gozar mas a situação é muito grave. Se a câmara recorrer ao empréstimo todos os impostos vão para o máximo o que vem diminuir a condição de vida. O curioso tem razão quando diz que deviam informar o que pensam fazer. Mais uma vez a oposição fica em silencio. A lei dos compromissos vai ser aplicada ou não?

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    Não me parece que a Câmara da Marinha Grande esteja em ruptura financeira. Segundo o anuário contabilístico dos municípios, está entre as câmara com melhores finanças.

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    Se está entre as melhores porque não aparece trabalho feito? Porque não se deu hoje às crianças um dia feliz? Se estão bem de finanças então há má gestão.

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    Má gestão seria gastar.. gastar .. gastar para depois ter de recorrer a esse empréstimo e as taxas subirem para o máximo.

    Não estar em rutura financeira, não é sinónimo de estar a nadar em dinheiro.

    Se os nossos governantes nacionais só gastassem o que podem, não estávamos nesta situação.

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    @Anónimo Caro anónimo. Há vários conceitos para “má gestão”. Um deles é, como bem referem gastar desnecessariamente. Um outro é não dar o que a população necessita. É, na nossa perspectiva, ainda mais grave do que o gastar. Usando o exemplo de hoje, as crianças estão sem qualquer actividade. O aluguer de um insuflável, por exemplo, tem um custo entre os 150€ e 200€. Dar um dia com actividades para as crianças não custaria muito. No entanto, nada foi feito, mesmo que a custo baixo. Seria essa uma despesas supérflua?
    É boa gestão poupar três centenas de euros e não dar às crianças um dia bonito e diferente?

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    Concordo com o Curioso (mald.7)è preciso é ter ideias e quando não as há, tudo serve para desculpas.Podemos até questionar a razão da existência da Vereadora da Cultura se não faz nada.Então para quê manter esse pelouro se o resultado é zero? Nada de nada.Para dar um pequeno mimo às crianças não há dinheiro, mas para o Bartolomeu foram milhares de euros ainda não explicados.Mas que gestão tão fraca, fraquinha, fraquissima.Até arrepia.Santa paciência.

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    O anónimo 6 fala em gastar ser sinónimo de má gestão. Tem toda a razão. Mas então como explica: o acordo com o União? As obras no Stephens e mercado velho?

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    As crianças hoje, estão sem qualquer actividade?
    Então as escolas hoje não estão em funcionamento?Claro que estão e é lá mesmo o local indicado para que se desenvolva pedagogicamente através de actividades várias, o espírito que esteve na origem da instituição do Dia Mundial da Criança pelas Nações Unidas assim como os seus direitos a nível mundial.

    Se vos parece que a forma de comemorar este especial dia, seria através de insufláveis à torreira do sol num qualquer parque da cidade, não posso deixar de lamentar tão redutor e inoportuno ponto de vista de cidadãos, que nesta cidade, querem ter a pretensão de lhe apresentar melhorias.
    Farras e coboiadas é ao que este pais de habituou… e não ha forma de dar a forma a isto!

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    O anónimo 10 deverá ser uma das donzelas que tenta justificar o injustificável.
    O Dia da Criança é um dia especial porque assinala o dia dedicado a ele. Se acha que dar às crianças a oportunidade de brincarem e ter um dia diferente é farra e coboiada, provavelmente não sabe o que uma criança precisa para crescer. Possivelmente será daqueles que acha que as celebrações são perda de tempo.
    Para si, todos os anos que houve celebração deste dia com eventos foi então uma perda de tempo. É por haver pessoas como este anónimo que confundem o essencial com o acessório e tentam defender as acções partidárias como se tivessem óculos de Alcanena que estamos assim, mal geridos e mal governados.

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