Bullying

Mais uma vez se constata que histórias de bulling existem aqui bem perto. Desta vez não se tratou de uma criança mas já de uma menina, quase mulher, que frequenta o 10º ano é vitima de maus tratos não apenas físicos como também verbais. Sabemos que é uma situação recorrente em muitas escolas e que quase começa a ser entendido como normal. O que não é normal é que pouco se faça quando se apercebem mudanças de comportamentos e mesmo baixa das notas. Se uma aluna começa com media elevada (17) e a seguir desce, sem razão aparente, o que leva a que ninguém se aperceba ou se preocupe com tal facto? O ensino está, cada vez mais, mudado e se antes pensávamos que mandar os filhos à escola era uma coisa boa, hoje já quase que temos que pensar duas vezes.


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2 comentários

  1. Deixei a Calazans Duarte há cerca de 20 anos e andei lá entre os 12 e os 19 anos e já nessa altura havia o chamado bullying. Só não tinha esse nome. Fui vítima do que se pode designar soft bulling no primeiro ano que frequentei a escola. Vi outros a serem vítima de bullying ao longo dos anos. A questão é que agora os nossos jovens, que são superprotegidos, têm dificuldades em lidar com o chamado bullying. Há bulliyng e bullying e a maior parte dele (parece-me o caso) não passa de parvoíce natural dos adolescentes.

  2. Depende do que se entende como “parvoice”.
    Existem casos bastante Graves e segundo tenho conhecimento onde existem mais e piores, mas que estão camuflados é na Guilherme Stepehns.
    Não creio que o Cesário Silva deixe de tratar imediatamente deste assunto, ao contrário de outros que só querem é imagem, aparecerem nos Jornais a Mostrarem-se como muito bons.
    Quando um Professor discrimina um aluno ou o baptiza com um Nome tipo Gay, como devemos chamar a isso? Piada ou facto real, pois dentro de uma sala de aulas, começa logo toda a turma na mesma onda e foi o Prof., depois alastra-se pela escola e começa um tipo de discriminação racial.
    Pois bem, segundo li, este caso de Bullyng pode ser considerado discriminação racial, como muitos outros.
    O que diz a Lei sobre os direitos de cidadania e sobre a discriminação racial?
    Vamos mas é acordar para a realidade.
    Se calhar se fosse sua filha não estaria aqui ou noutro lugar a tecer este tipo de comentários tipo ” não passa de parvoíce natural dos adolescentes”. Se tiver filhos desejo profundamente que nunca passem por qualquer tipo de situações destas e de outras. Marcam a Criança, destroem a sua auto-estima e afectam todo o seio familiar, o que não é nada fácil de gerir.
    Espero que fique esclarecido, caso contrário analise a legislação e veja o significado de bullyng, e de discriminação racial. Ou também gostava que lhe passassem a chamar outro nome que não o seu? Tipo ó “Ganso”. Depois na rua a malta para o chamar tinha que berrar Ó Ganso, tás bom pá?
    É lindo não é?
    Antes de escrever pense duas vezes e antes de pensar, analise dez vezes e pense que poderia ser sua filha!

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