Leiria

Leiria tem um novo serviço de urgência. Os meses em que se tinha que ser atendido nos contentores acabou. Não vamos aqui falar no quanto custaram as obras nem como muito do que lá foi aplicado nas obras, facturado como novo, mais não foi do que o aproveitamento do que já lá estava. De medicina nada percebemos mas temos olhos na cara. Quando éramos atendidos nos contentores, maior parte das vezes tinham que ser os bombeiros a deixar os doentes nas macas e ficar à espera que elas vagassem porque não havia macas que chegassem. Nas novas instalações, com este conceito de open space, o número de macas diminuiu. Pode ser até uma forma mais racional de utilizar o espaço mas, se o é, não parece. Tínhamos a ideia que quando se fazem obras é para aumentar e melhorar a capacidade de atendimento. Não é. O espaço diminui e, se antes já tinham que ser os bombeiros a deixar as macas, como irá ser agora? A zona mista encolheu, à semelhança do que está acontecer às nossas carteiras, e a menos que os estudos feitos (se o foram) apontem no sentido de que o aumento das taxas moderadoras irá levar a uma diminuição de idas às urgências, não entendemos a razão de ter sido feita tal obra. É que, em períodos de crise económica, as doenças e necessidade de recurso ao médico aumentam!


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3 Comentários

  1. Para verificar se é verdade so mesmo pagando para entrar nas urgencias.
    Mas nem tudo é mau… pois o Hospital de santo André foi distinguido na semana que passou com um premio – o Premio de Saude Sustentavel!
    O que é sempre uma honra para quem é da terra!

  2. Isto tem dedo do Alvaro Pereira, a concordância do Santos e a abstenção do Cascalho.

  3. @Anónimo Caro anónimo. Pensamos que o seu comentário destinar-se-á a outro post. Se assim for, poderá reescrevê-lo e procederemos à sua eliminação deste.

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