CMMGLeiriaUDL

Tivemos, finalmente, acesso ao protocolo que foi celebrado entre o UDL e a câmara (mas não nos foi fornecido pela câmara)! Tudo o que se tem dito sobre o protocolo é verdade. Os interesses do município não ficaram suficientemente salvaguardados. O protocolo foi feito para proteger os interesses do União e não os da terra. Além de ser muito discutível a legalidade do protocolo uma vez que se trata de afectar bens públicos para interesses privados, que alguns dizer fazer com que o contrato seja nulo, não ficaram acautelados os interesses da terra. O União vem jogar mas são da responsabilidade do município o tratamento e manutenção do relvado, custos com electricidade, água e gás natural. Como contrapartida, o União tem mesmo só que colocar a relva sintética, tendo as infraestruturas necessárias para a sua colocação não são da sua responsabilidade. Não existe uma única penalização para o caso de o União não pagar: O protocolo refere ainda que o “incumprimento injustificado” do UDL implica o fim do acordo. Deixou aqui a câmara a porta bem aberta para que uma qualquer justificação seja suficiente para que o União nunca entre em incumprimento. Talvez seja por isso que os 69 dias de atraso na colocação do primeiro, e não nos referimos ao pagamento, não motivou qualquer acção por parte da câmara… lá terá havido uma qualquer justificação. Depois de lermos o protocolo (que poderão ler aqui) ficamos com a certeza que os interesses não foram mesmo acautelados e que o negócio do União foi um excelente negócio mas para eles. Não admira que a câmara de Leiria não os tivesse querido lá. Com contratos assim…


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