ÁlvaroCasa da CulturaCMMG

À medida que vamos ficando mais velhos, começa a saber bem um pouco de descanso, lareira e poucas confusões. Temos pensado em várias soluções para a terra. Já fomos a terra dos vidros, dos plásticos e dos moldes. Hoje não somos já nada disso. O movimento, estamos fartos de aqui falar, não existe. Hoje encontrámos meia dúzia de pessoas na rua e outro tanto de carros. A terra já estava a dar indícios do que se ia tornar. Agora é evidente o que se tornou. Mas, como em tudo, há sempre uma solução. Já sabemos que a intenção da câmara é criar museus, casas da cultura, arranjar o velho mercado e tudo para dar entretenimento a quem por aqui passa. Sabendo nós que a idade nos pede descanso e tranquilidade, como a terra está parada, porque não aproveitar este descanso e tornar a terra num centro de acolhimento para os que já trabalharam muito! Com este marasmo que aqui se vive e olhos postos apenas no espectáculo e não tanto no crescimento industrial e comercial, poderíamos tornar-nos numa terra de descanso e laser. Afinal, se as pessoas de fora já só aqui vêm mesmo por causa dos parques, tornávamos-nos numa colónia de férias ou de repouso para os de fora. Ó Álvaro, que acha pensar nisso?


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