Offshores

Categoria Soares, Sócrates by Curioso1 Comentário


Há coisas que nunca conseguimos entender. Lembramos-nos da jornalista que no dia em que Sócrates perdeu as eleições lhe perguntou se ele agora tinha medo dos processo pendentes. Apesar de parecer estranha a pergunta, parece que teria alguma razão de ser. Enquanto foi primeiro ministro, os processos em que esteve envolvido não tiveram seguimento. Hoje sabe-se que há mais um ano que Cândida Almeida tinha elementos que justificavam a investigação à origem da riqueza da família mas nada foi feito. Sabe-se das ligações daquela procuradora ao partido socialista e, não querendo afirmar o que possa não ser verdade, mas é esquisito que nada tenha sido investigado. Que razões terão levado a que nada fosse investigado enquanto ele era primeiro ministro? Porque não conseguimos deixar de ter a sensação de que o sentimento de impunidade que eles transmitem tem alguma correspondência com a realidade? Que mais haverá por investigar, seja dos que já não estão no poder, seja dos que agora lá estão?

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Comentários

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    O Correio da Manhã conta hoje que a família de do ex-primeiro-ministro José Sócrates tem 383 milhões em offshores. Os documentos foram entregues por Mário Machado. Acrescenta o CM que a empresa criada em 2000 no paraíso fiscal de Gilbraltar movimentou autênticas fortunas. Gestores são tio, tia e primos de Sócrates.
    O número, astronómico, é o somatório dos movimentos bancários de uma empresa com sede em Caimão, cujos gestores são o tio, uma tia e primos dos ex-primeiro-ministro José Socrates. A escritura da empresa foi feita em Gibraltar em 2000 e os documentos bancários relativos à mesma encontram-se no Departamento Central de Investigação e Acção Penal do Ministério Público, conta o Correio da Manhã.

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