Livros, mas poucos

Categoria CMMG, Escola by Curioso27 Comentários


A câmara vai apoiar de novo o fornecimento de livros para o 1º ciclo. Dizem os entendidos que um país de iletrados é um país pobre. Nós estamos na cauda da Europa, cauda essa que parece estar a aumentar de tamanho. É, sem dúvida, um investimento que merece ser feito. Os 70 mil euros gastos não são mal empregues. Mas, e há sempre um mas, o investimento poderia ir mais além. Deveria ir além do 1º ciclo. Se compararmos o que é o investimento feito na educação com o que é feito noutras áreas, não parece ser o suficiente. Gastar na educação apenas tanto quanto gasta uma empresa de transportes para comprar uma sede ou ser quase o que gasta em obras de adaptação não parece ser suficiente. Apesar de apreciarmos o esforço feito pela câmara na compra dos livros, gostaríamos de ver esse esforço alargado de modo a que as nossas crianças não pudessem dizer que a câmara gasta com eles, nos livros, menos do que gastou num relvado!

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Comentários

  1. Avatar

    Tinha que ser, uma no cravo outra na ferradura. É por essas e por outras que não saímos da cauda da Europa.
    Roma e Pavia não se fizeram num dia.

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    Permitam-me discordar da decisão e do que está escrito no post.
    Continuo sem perceber qual o fundamento de justiça social que justifique que a Câmara decida pagar os livros a todos os alunos do 1º ciclo.
    Penso que este assunto levanta algumas questões. Porquê do 1º ciclo e não, por exemplo, os alunos comprovadamente mais necessitados doutros ciclos e até do ensino superior? E porquê só os livros?

    Na minha modesta opinião os 70 000 euros poderiam ser mais eficazes ao apoiar as famílias identificadas como mais necessitadas, na educação dos seus os filhos em qualquer grau de ensino e, entre outras coisas, poder apoiar na compra dos livros.

    Não me parece justo que os meninos cujas famílias não necessitem (felizmente, na nossa terra são a maioria), sejam apoioados numa situação de falta de recursos e que exige tanto rigor como a que vivemos.
    Não fica bem ver meninos cujos livros todos nós pagámos irem para a escola de telemóvel, com roupas de marca e transportados pelo pai ou plea mão em carros alto de gama?

    Já agora, na mesma linha não compreendo porque é que baixaram a taxa de IRS. Sem dúvida que foram favorecidas as famílias com rendimentos mais elevados.

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    Verifiquei que agora os comentários são sujeitos a aprovação prévia.
    Porquê?
    Por quem?
    Quais os critérios?
    Assim não vamos perder a noção da falta de formação cívica de muitos comentadores?

  4. Avatar

    O apartidario tem de facto razão.Esta-se a usar o dinheiro de todos para fazer politica e populismo barato.
    Para quem diz não ter dinheiro para obras fundamentais e de primeira necessidade e agora pratica politicas igualitárias para os filhos dos mais necessitados e para os outros de maiores posses,é no minimo estranho.
    A taxa do IRS é de facto escandaloso.Basta ver nos recibos do IRS que vem lá designado o valor que a Camara dá de beneficio ao municipe,para ver da demagogia e irresponsabilidade destas politicas.Na esmagadora maioria dos contribuintes não chega a um euro.Enquanto nos de maior rendimentos são dezenas e centenas de euros.

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    As promessas são para se cumprir. O Partido que governa a autarquia fez a promessa de dar os livros do 1º ciclo logo neste mandato deve dar os livros a cerca de 2000 crianças do concelho.
    Os outros partidos que não concordam devem dizer claramente que nas proximas autarquicas não dão os livros ou só dão aos mais pobrezinhos e os marinhenses dirão aquilo que pensam sobre este e outros assuntos. Em democracia é assim. Isso de todos os apoios sociais serem para os ditos pobres e deixar de fora as familias que tem rendimentos mas tem grandes taxas de endividamento e pagam os impostos que sustentam o país, deve ser assumido pelos partidos de esquerda.
    Os marinhenses terão a palavra final.

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    Caro Apartidario. Todos os comentarios sao publicados. Foi introduzido o control de termos improprios o que leva a que nem todos os comentarios sejam publicados no momento do envio mas todos serao. Se algum comentario tiver termos improprios serao eles bloqueados automaticamente, sendo os termos bloqueados aqueles que sao considerados vernaculos.

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    O concelho da Marinha Grande é o único do distrito de Leiria que dá os livros do 1º ciclo a todas as crianças porque todos tem os mesmos direitos.
    A autarquia dá aquilo que pode dar e dizer que se podia mais isto ou aquilo sem conhecer a situação financeira ou colocar em risco o equilibrio das contas municipais é demagogia.
    O que é um facto é que até hoje nunca nenhum Executivo camarário tinha dado um apoio tão directo e claro a tantas familias da Marinha, Vieira e Moita.
    a oferta dos livros são factos e não promessas.

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    Parece ser claro que se a autarquia em 2013 voltasse para a esfera do PCP, os livros só serão dados aos mais desfavorecidos. Não é crime porque a matriz deste partido é clara neste aspecto…só devem receber apoios publicos os pobres.
    Analisar os pobres ou os ricos ou os que não são nem uma coisa nem outra pelo IRS, não é justo e lá vamos nós dar apoios apenas aos ciganos e mais algumas familias. Os outros ficam sem nada.
    Este tem sido um dos grandes problemas da nossa economia…muitos direitos e nenhumas obrigações.
    Eu concordo com os livros apesar de não ter filhos a estudar no 1º ciclo.

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    Concordo totalmente com o Curioso em controlar os possiveis termos impróprios. Isso de as pessoas de forma anónima poderem ofender, caluniar, injuriar outros não estava correcto.
    Os direitos de cada um acabam quando quando começam os dos outros. A democracia tem regras, se não é uma anarquia.
    Força macaco porque nesta terra vale tudo menos tirar olhos.
    Aqui debatem-se ideias e quem quer ofender não é bem vindo ao Largo.

  10. Avatar

    @Anónimo Caro Anónimo. Não fazemos controle do que cada um escreve.Mas alguns termos irão aparecer bloqueados. Por exemplo,se quiser escrever algo que cheira mal como merda, aparece como viu.

  11. Avatar

    O Apartidário sabe dizer quais são os “alunos comprovadamente mais necessitados”?

    Já agora gostaria que saber qual o critério?

    “Não fica bem ver meninos cujos livros todos nós pagámos irem para a escola de telemóvel, com roupas de marca e transportados pelo pai ou pela mão em carros alto de gama”

    Quem lhe disse que muito dos pobres não vão para a escola de telemovel e de roupas caras?

    Não frequentou nehuma universidade e constatou que alguns dos alunos com bolsas de estudo pagas pelos nossos impostos são os que chegavam de BMW, Ferrari, mercedes?

    Então quem tem alguma coisa fruto do seu trabalho, dos seus sacrificios e das suas poupanças merece menos apoios do que quem viveu á grande e à francesa, gastou o que tinha e não tinha e agora nada tem?

    Não me parece.

  12. Avatar

    Eu entendo que devemos tudo fazer para termos o Estado como regulador e não como a entidade para nos resolver todos os problemas. Já vimos que os sistema dependentes do Estado falharam e não tiveram condições para se regenerar, conforme ficou patente na queda dos sistemas económicos centralizados nos países ditos socialistas.
    Já imaginaram o que seria em Portugal se se tivesse que fazer como em Cuba onde foram despedidos 500 mil, eu repito, 500 mil funcionários públicos?

    O sistema capitalista, apesar de imperfeito e ter permitido todo o tipo de erros (que também nos deram jeito) que estamos e iremos pagar tem conseguido regenerar-se ao longo dos séculos.

    O Estado deve estar presente apenas naquilo que é essencial. Um desses aspectos é a correcção de algumas assimetrias e criar condições para que as pessoas com menos oportunidades possam aspirar sempre a uma vida melhor. O objectivo não é acabar com os ricos, mas sim acabar com a pobreza, também com o contributo dos que mais têm. Não é só dar peixe mas, sobretudo, é ensinar a pescar.

    Por isso, num momento tão difícil reafirmo não faz sentido desperdiçar dinheiro em livros para toda a gente, mas canalizar esses recursos para ajudar quem mais precisa para poder aspirar a uma vida melhor.

    É apenas uma opinião que, posso garantir, é partilhada por muitos Marinhenses.

  13. Avatar

    Espero que a autarquia continue a dar os livros do 1º ciclo por muitos e muitos anos.
    Ao menos posso dizer que os politicos já me deram alguma coisa de real.
    Valeu a pena o meu voto que espero manter nas proximas eleições.

  14. Avatar

    Eu entendo que devemos tudo fazer para termos o Estado como regulador e não como a entidade para nos resolver todos os problemas. Já vimos que os sistema dependentes do Estado falharam e não tiveram condições para se regenerar, conforme ficou patente na queda dos sistemas económicos centralizados nos países ditos socialistas.
    Já imaginaram o que seria em Portugal se se tivesse que fazer como em Cuba onde foram despedidos 500 mil, eu repito, 500 mil funcionários públicos?

    O sistema capitalista, apesar de imperfeito e ter permitido todo o tipo de erros (que também nos deram jeito) que estamos e iremos pagar tem conseguido regenerar-se ao longo dos séculos.

    O Estado deve estar presente apenas naquilo que é essencial. Um desses aspectos é a correcção de algumas assimetrias e criar condições para que as pessoas com menos oportunidades possam aspirar sempre a uma vida melhor. O objectivo não é acabar com os ricos, mas sim acabar com a pobreza, também com o contributo dos que mais têm. Não é só dar peixe mas, sobretudo, é ensinar a pescar.

    Por isso, num momento tão difícil reafirmo não faz sentido desperdiçar dinheiro em livros para toda a gente, mas canalizar esses recursos para ajudar quem mais precisa para poder aspirar a uma vida melhor.

    É apenas uma opinião que, posso garantir, é partilhada por muitos marinhenses.

  15. Avatar

    @Anónimo
    Caro anónimo: tem noção da barbaridade que acabou de escrever? Pobres de telemóvel e roupas caras?! Certamente que teremos conceitos de “pobreza”muito diferentes!
    Uma familía efectivamente pobre não poderá oferecer um telemóvel a uma criança… não falo aqui dos que se apresentam pobres nas declarações de rendimentos!
    Para além do que, para quem defende que os livros deveriam apenas ser oferecidos somente a famílias carenciadas pouco importa se o que têm é fruto de muito ou pouco esforço. Importa sim se podem ou não suportar o custo dos manuais escolares e mais importante ainda o impacto que terá no orçamento familiar!
    Na minha opinião esta medida deveria abranger apenas os mais desfavorecidos.

  16. Avatar

    Ao anónimo das 20.41

    Garanto-lhe e sei do que falo que existem pais de crianças com verdadeiras dificuldades economicas que apesar de não terem dinheiro para bens essenciais, boa alimentação, dentista, pediatra e outros bens de 1ª necessidade, andam de telemovel de última geração, internet com gigas interminaveis, sportv, pastelaria e café de manhã e á tarde e outros bens de 2ª, 3 e 4ª necessidade.
    Que culpa tem os que poupam para os que não querem poupar?
    É uma questão de cultura, educação, responsabilidade em vez do estado social e parasita. Para isso é que é necessário investir mais e mais na educação das crianças. Dá-lhe uma cana e não lhe dês o peixe.
    Se acha mesmo que isto é uma barbaridade é porque anda distraído ou resiste em apostar nas antigas economias do bloco de Leste em que todos tem que ter tudo igual, independentemente do que produzem ou do que poupam. Eu respeito em absoluto quem assim pensa mas não é a minha forma de estar na vida.
    Não sou apologista de um estado centralizador e da politica de desculpar os coitadinhos porque coitadinhos e coitadinhos e não saímos disto.
    Na nossa cidade tem um bom exemplo que são os ciganos que não querem se integrar na nossa sociedade. Roubam, partem, atacam. Vivem dos subsidios dos nossos impostos mas trabalhar é que nem pensar.
    Está visto que temos pontos de vista antagonicos.

  17. Avatar

    Estou de acordo com o anonimo das 22.11

    Os ciganos na Marinha são um bom exemplo do que é a politica social.
    Não trabalhes porque recebes um subsidiosito do estado.
    O problema é que para sustentar toda esta gente tem que se produzir riqueza e para produzir riqueza tem que se trabalhar.
    E se os dependentes dos que produzem riqueza forem em número demasiado elevado então o estado desaba e só sobram os cacos.
    Os livros são dados pela autarquia e todos os pais agradecem os ricos e os pobres.
    Já agora pergunto porque o anterior Executivo não deu ao menos os livros aos pobres?
    Isto é uma terra em que os mesmos que criticam à 2ª feira por fazer são os que criticam por não fazer à 3ª feira.
    Então agora diz-se mal de tudo o que se faz? Seria melhor nada fazer?
    Tenho dificuldade em entender estas cabecinhas pensadoras.

  18. Avatar

    Vou aguardar para ver qual a posição da CDU nesta materia nas proximas eleições.

    Para serem coerentes terão que afirmar claramente que acabarão com a oferta dos manuais escolares a todos os marinhenses e apenas apoiarão os mais desfavorecidos.

    Durante a campanha eleitoral vou exigir uma posição clara de todos os partidos sobre esta matéria.

    Já agora quem não concordar com o dinheiro que se gasta nos livros cerca de 60 mil euros? deverá dizer o que vai acrecentar ao concelho com esta avultada? quantia.

    Eu concordo com os livros e todos os apoios que abranjam todas as familias do concelho numa altura de grande dificuldade economica em todos os paises desenvolvidos.

  19. Avatar

    Ao anónimo das 22h11m
    Concordo em grande parte com o que escreveu. No entanto continuo a ser da opinião de que os pobres nao se podem dar ao luxo de comprar telemóveis pois não têm dinheiro que o permita. Aqueles a que se refere são os que apelidei de pobres apenas nas declarações de rendimentos. Reforço que muito do que escreveu vai de encontro ao que penso.

  20. Avatar

    Completamente de acordo com os comentários 16,17 e 18.
    O que há mais, por aí, é miséria moral, tenham cuidado com o que dizem porque conheço demasiados casos que qualquer dia salta-me a tampa e, como não tenho papas na língua, relato-os com nomes e tudo e, não pensem que sou insensível ás dificuldades do meu próximo, é por tentar ajudar as ” pseuda s” dificuldades que deparo com gritantes abusos.
    Tudo o que Autarquia poder fazer para elevar o nível educacional e cultural de TODAS as crianças do nosso Concelho são bem vindas.

  21. Avatar

    Tambem estou de acordo com o comentário 17 e 18

    Acabei agora de ver na SIC uma historia de um casal que trabalhou toda a vida e ficou desempregado. Só porque tem uma casa e um modesto carro não tem apoio do estado apesar de estar em gandes dificuldades de sobreviver e sustentar os filhos.

    Pergunto aos anónimos que só querem apoios para “os ditos pobres” o que são este tipo de gente?
    Ricos não são e como estas familias existem muitas na Marinha grande.

  22. Avatar

    Sim, também vi esse programa, já me tinham falado, realmente é espantoso e ficamos perplexos como se deixaram chegar aquela situação. Sabe qual era o rendimento mensal do casal com um filho?
    Tinham uma vivenda, um carro médio, faziam algumas viagens.
    Eu também estou desempregado, tinha um rendimento inferior aquela família, vivo num apartamento (T2) á minha medida, tenho um carro utilitário, também fiz as minhas viagens, paguei parte da minha saúde e formação profissional mas, há uma diferença, desde pequeno que ouvia os meus pais dizerem, temos que pensar no dia da amanhã, não podemos gastar tudo, é preciso economizar e, hoje, as economias que fiz, se o Estado não falir dão-me uma certa segurança e conforto.
    Mas a minha situação e do meu agregado familiar não é exemplo para ninguém mais, até ouvia criticas, até me diziam que não era espevitado e que pessoas como eu, não chegavam a lado nenhum.

  23. Avatar

    Ao anónimo do 21º comentário… Não vi a reportagem em questão mas creio que percebi.
    Ora vamos ver se conseguimos chegar a um entendimento: Na minha opinião pobre é todo aquele que não escolhe entre levar o filho ao dentista ou oferecer- lhe um telemóvel caro. Pobre é aquele que não escolhe entre vestir bem ou em comer bem. Isto por uma razão muito simples… porque não tem dinheiro que permita essa escolha! Existe uma diferença entre não ter e, ter e e escolher aplicar em devaneios de aparência! Na nossa cidade então é gritante… Quando se oferecem cheques de saúde dentária a crianças do 1º ciclo quando essas mesmas crianças têm praticamente todas telemóvel creio que esta discussão se torna um pouco sem sentido!
    há que reconhecer onde existem de facto casos flagrantes de quem conta os cêntimos não por os aplicar mal mas porque não tem. Se essas familias podiam ter poupado no passado? Talvez… mas todos vivemos a época em que era”à grande e à Francesa”e a menos que exista uma reeducação social será muito difícil enfrentar o que se avizinha. Quem prestar um pouco de atenção a qualquer bloco informativo consegue perceber que”insustentabilidade”é a palavra de ordem!
    Enquanto não se alterarem políticas sociais dificilmente deixaremos de dizer que conhecemos este ou aquele caso que é injusto! Atribuição de subsidios, bolsas de estudo, rendimentos… é necessária uma reformulação.
    Agora há que ter consciência que em alturas de crise e escassez de recursos há que ser selectivo da hora de apoiar.

  24. Avatar

    Ao anónimo 23

    “mas todos vivemos a época em que era”à grande e à Francesa”

    Eu nunca vivi nem à grande nem à francesa apesar de a esmagadora maioria viver. Que culpa tenho eu que os outros tenham sido irresponsaveis na sua gestão diária?

    Quando diz que “insustentabilidade” é a palavra de ordem eu reforço é e era…todos sabiam que os portugueses não produziam riqueza suficiente para terem casa própria, carro topo de gama, férias no estrangeiro etc…etc…etc… pelo que considero que bem chega todos termos de pagar a divida soberana de 17 mil euros por pessoa e até os bébes contam.
    Todos sabem que nem os alemães, ingleses ou norte-americanos não tem esses luxos porque haveria este pequeno rectangulo de ter?

    A nossa cidade apesar de tudo é das que tem melhores ofertas de emprego pelo que é dificil de compreender essas questões que refere do ter e escolher e escolher e não ter, vestir e não vestir, não estou minimamente de acordo com a sua opinião, apesar de a respeitar.
    os livros foram prometidos e dão jeito a 2000 familias da Marinha grande, uma mais do que outas.
    as promessas cumprem-se pelo que acho muito bem que a autarquia os forneça a TODAS AS CRIANÇAS do concelho independentemente da sua classe social.

  25. Avatar

    Caro anónimo 24: Não tem qualquer culpa. Aliás a ser verdade o que escreve gabo- lhe a postura mas nem tanto o ponto de vista. Temos definitivamente formas de encarar a mesma situação díspares. Ambas válidas e a respeitar obviamente. Tenho no entanto dificuldade em perceber a coerência no seguinte : então se até os bebés devem 17000 euros não lhe parece que em altura de recursos escassos se deveria ser selectivo na hora de dar?
    De facto, pelo seu discurso depreende- se perfeitamente a sua dificuldade em compreender as”questões que refere do ter e escolher e escolher e não ter…”. Não é culpa sua, mas como deverá saber existem vidas que nos tornam mais aptos a perceber determinadas dificuldades.

  26. Avatar

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