O natal este ano veio mais cedo. Não nos referimos ao pai Natal mas às noticias sobre ele. Quem contava com aquela quadra para poder fazer mais algumas compras, terá que esperar pelo ano que vem. Ontem Paços anunciou um corte de metade do subsidio de Natal. Quem queria fazer umas compras com aquele extra, terá que planear obter esse suplemento de outra forma. Os cortes começam a fazer-se sentir. O pai Natal lá terá que vir com menos renas para não gastar tanto. Já se previa que assim iria ser. Caberá agora a todos nós fazer mais uns furos no cinto…

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6 comentários

  1. Vi o comentário de AJ Seguro do imposto extraordinário. Se tivéssemos tido um governo competente e atento aos interesses de Portugal possivelmente já teria sido aplicado há pelo menos 2 anos. Pensava eu que ele era diferente de Sócrates.

    Hoje li isto e fiquei ainda mais preocupado.
    Nouriel Roubini, economista e professor universitário norte-americano, que ficou famoso por prever a falência do banco Lehman Brothers, em 2008, acredita que a situação portuguesa “é quase pior” que a grega.

    Numa entrevista, Roubini explica que a flagrante falta de competitividade de Portugal torna a resolução da crise orçamental muito complicada, concluindo por isso que, apesar do maior descontrolo das contas públicas na Grécia, a gravidade da situação nos dois países é praticamente idêntica

  2. Mas será que o PS ainda não percebeu a gravidade da situação do país?
    Devemos ter capacidade de ter uma nova abordagem da politica. Já não faz sentido os velhos temas da luta de classes do tempo do comunismo. Já repararam que até em Cuba faz sentido.

    Noutro sentido, a classe dos preocupados com o futuro dos filhos e a classe dos que querem continuar a criar encargos para os filhos e os netos (e até os bisnetos) pagarem.

  3. Hoje o Medina Carreira disse assim:

    “Há dois números muito fáceis de registar: a economia portuguesa dos últimos 20 anos (1990 – 2010) cresceu 1,8 (em média anual) e a despesa pública corrente primária cresceu 4,2.”

    Será que o seguro não sabe isto?

  4. Esses que não iriam com sêde ao pote, não tinham jurado antes, que era na despesa pública que se deveria cortar? Que os sacrifícios dos portugueses tinham limites? Que se houvesse que aumentar impostos seria sobre o consumo e não sobre o rendimento? Que penalizar reformas acima dos 1.500€ era mau, porque poderia haver agregados familiares sustentados por um único reformado? Ouvi mal? As mentiras continuam, ou agora já não são mentiras?
    Ainda hão-de achar que o Sócrates (de quem não gosto) não era assim tão mau. É tudo relativo. O Dr. César das Neves, para citar intelectuais liberais, já diz que o Estado foi longe de mais na eficiência de cobrar impostos e que a economia paralela faz falta. Até já ouvi o Dr. Medina Carreira defender ardentemente o Salazar…
    A economia portuguesa é, sempre foi, muito frágil. Os empresários são fracos, só visam o lucro imediato e não o investimento em sectores estruturantes e duradouros. Os políticos são carreiristas e vão de mal a pior, em cada renovação baixa a qualidade. Nas associações patronais estão os homens de mão da nata dos empresários, que esses têm mais que fazer. Nos sindicatos, salvo raras excepções, estão dirigentes que, nalguns casos, deveriam também como alguns políticos, ser julgados por crimes públicos. Portanto, resta o povo, o verdadeiro culpado que sempre há-de carregar com todas as crises às costas. Pode acontecer é que as novas gerações e os desesperados em vez de apenas se absterem porque não acreditam, deixem de ser assim tão pacíficos.

  5. ‘Isso [nova contribuição] é apenas o começo de uma longa e dolorosa estrada que nós vamos ter de percorrer. Isso cai sobre o décimo terceiro mês das pessoas que têm rendimentos sujeitos a englobamento em IRS, quem recebe juros e dividendos não vai pagar nada’, afirmou Silva Lopes.

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