6 dias

CuriosoCMMG, Vieira5 Comentários


Temos andado pela marinha a ver as obras. Já há muito que andamos por aí a ver o que se tem feito nas nossas vias. Em alguns locais as obras existem mas, por alguma razão, teimam em não ter fim. Passámos na Comeira e as obras duram e duram e duram… Passámos junto aos estaleiros e as obras duram e duram e duram… Fomos à Vieira e as obras rastejam. Por todo o lado onde se vêm obras elas teimam em não ter fim. Depois apercebemos-nos do que aconteceu do Japão onde, em seis dias, uma via destruída é reparada como se nada tivesse acontecido. Se lá, no meio da tragédia, se consegue reparar uma obra assim, que leva a que aqui as obras da câmara tenham duração de meses e meses? Estamos habituados que tudo dure eternidades, quase como se a duração fosse uma forma de mostrar trabalho. Não seria importante que o executivo impusesse prazos de duração curtos para que não tivéssemos que andar a desviar-nos das máquinas durante meses? Não seria melhor que as obras, pinturas no pavimento e outros entraves à normal circulação das vias fosse feito em prazos curtos e de noite, quando causam menos embaraço?  Já nem falamos no facto de as obras estarem mal sinalizadas e de termos que andar a voltar para trás só porque quem as sinalizou não o fez onde devia! Mas ao escrevermos isto lembrámos-nos que estamos na Marinha onde o que importa é mostrar que se está a fazer alguma coisa, ainda que de pouca monta. A imagem conta. Pena que não seja para tudo!

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5 Comentário em “6 dias”

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    É incrivel o tempo que se está a demorar com as obras na Comeira. A mim não me chegou nenhum comunicado emitido pela Câmara Municipal a alertar para este facto. Não publicaram nada inclusivé no Jornal da Marinha Grande e deviam ter feito e referindo as datas de Inicio e de Fim para estas obras. Não sei de quem é a responsabilidade da gestão destas obras, mas neste País fazem todos o mesmo: Mais uma sem objectivo de tempo definido e que demonstra que todas as suas operações não foram pensadas detalhadamente e se assim foi, conclui-se que os recursos para a obra também não foram pensados, logo ninguém sabe ao certo o custo real da intervenção que ali está implicado. Mesmo se a obra foi adjudicada em regime de subcontracto, teria de se controlar de forma a se perceber os custos reais, para que servisse de treino e de absorção de conhecimento, para o bom julgamento de custos reais de futuras obras com as mesmas caracteristicas pelo menos. Acho incrivel que as pessoas tenham de andar naqueles labirintos para chegar à zona industrial, sem uma única placa informativa. Continuam a demonstrar desrespeito pela população e pelas empresa que aqui vêm comprar e vender. É o que eu me farto de dizer: Falta rigor, falta sentido de pormenor, falta capacidade de se colocarem no lugar do outro, não sabem trabalhar.

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    Ups!Afinal sempre há obras!
    Fazer as obras de noite é uma ideia. Talvez incomode os moradores que querem dormir, talvez fique mais caro (trabalho extrordinario e nocturno), mas poupa-se na tinta e noutros materiais mais voláteis que devem ser aplicados pela fresquinha. Por isso é que há comentadores que não atinam, andam para aí de dia a ver as coisas, bate-lhes o sol na cabeça, olha, encolhem os miolos.

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    Acontece na Marinha Grande mas também acontece no País inteiro. Somos o seu reflexo de mau exemplo aqui patente numa escala bem menor daquili que refiro a seguir. Não se assustem! Aqui vai: 1- Centro Cultural de Belém Previsto e acordado 33,2 Milhões de euros, resultado final 111,4 Milhões de euros e ainda ficaram por construir do projecto inicial 2 módulos, sendo eles um Hotel e um Auditório. 2- Estádios do Euro: Adjudicado por 184 Milhões de euros, resultado final 338 Milhões de euros 3- Estádio de Leiria: adjudicado por 20 Milhões de euros, resultado final 83 Milhões de euros, não se pensou na relação de custos de manutenção e de proveitos de exploração após o Euro. E agora é o que sabem… já falam em mandar abaixo o estádio de Leiria, que aquilo ali só está a comer dinheiro…enfim! 1400 Milhões de derrapagem nos últimos 8 anos em obras Públicas e não estão referidos aqui os prejuizos colaterais causados pelo excesso/atraso de tempo que as obras levam.

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    Ao meu parecer as obras na comeira tiveram muita falta de planeamento, pois cheguei a assistir a abrirem buracos nos mesmos sitios cerca de 5 vexes, para nao falar nos rebentamentos de canos que eram constantes, bem como a colocacao de condutas de gas nas casas que ainda nao o tinham em fim e triste, eles agora andam a pavimentar o piso final na estrada e com um pouco de sorte nao vamos ter rasgos nas estradas porque se esqueceram de fazer outros trabalhos.. dou o prazo de um mes para que isso aconteca, enfim é triste…

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