O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, definiu hoje a China como «um parceiro» de Portugal, com «influência global» e que «acredita» no esforço português para reduzir o défice das contas públicas e fomentar o crescimento económico. in Diario Digital, hoje A este respeito começa a ser pertinente discutir o crescimentos de espaços comerciais conhecidos por “loja dos chineses” na cidade. Já começa a ser difícil encontrar uma rua na cidade que não tenha uma dessas lojas. Tem-se vindo a falar na desertificação da Marinha e no desaparecimento do comércio tradicional. A par disso, verifica-se um crescimento daquele tipo de lojas. O que tem sido feito por parte da câmara e da associação de comerciantes para apoiar o comércio local agora que se vê existir um crescimento de lojas claramente concorrentes? Seria interessante saber-se qual a posição que a associação de comerciantes da Marinha tem relativamente a este fenómeno e, ainda mais acentuado, com o anunciado apoio da China a Portugal que deverá ser acompanhado de ainda mais apoio ao comércio chinês. 

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2 comentários

  1. Seria bom que as lojas chinesas e os seus fornecedores fossem fiscalizadas da mesma forma que são as empresas exportadoras que pedem reembolsos de IVA e outras dirigidas por “tótós” que pagam tudo o que é imposto.

    Tal como os ciganos verdadeiros e outros ciganos de algumas classes privilegiadas da nossa sociedade, os Srs. fiscais das finanças têm medo de os fiscalizar.

    Já agora os srs. fiscais do ministério do trabalho também podiam dar uma voltinha por lá. Talvez encontrem umas surpresas (será mesmo surpresa?) interessantes.

    A concorrência é sempre salutar desde que seja leal e não baseada em ilegalidades.

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