terça-feira, 7 de Agosto de 2012

Sozinhos


No aniversário de um dos maiores cantores brasileiros, lembrámos de uma canção que reflecte, na maior parte das vezes, o que sentimos quando comentamos o que por aqui acontece e vemos que quem manda nada faz para que a vida melhore, sozinhos! Mas, como "quando a gente gosta, a gente cuida", iremos continuar a querer insistir e persistir, sem ser "só da boca para fora". 
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Piscina no parque

Não é já a primeira vez que passamos pelo parque e damos conta que os aspersores estão horas a jorrar água. A água que se estraga é tanta que enche as valetas  enchem. Ao início pensámos que era má gestão da câmara, em especial por não ter capacidade de conseguir ter as pessoas certas nos locais correctos e conseguir, com isso, que não existisse tanto desperdício de água, cada vez mais escassa. Mas, depois de pensarmos um pouco mais, chegámos à conclusão que é tudo fruto de um plano bem pensado. Sabe-se que nas praias não há nada que motive a ida lá de quem por cá habita. Com as marés vivas que agora estão a premiar quem quer aproveitar a praia (aqueles que diziam que a obra nas arribas apenas poderia ser feita agora por causa das maré deverão estar a tentar encontrar uma explicação para o que disseram) e como não temos qualquer perspectiva de vir a ter uma piscina, apesar de prometida, o executivo deverá ter decidido fazer ali uma piscina. Como a ribeira que por ali passa está como se vê, nada como permitir que ali se tomem uns banhos. Ainda há quem diga que eles nada fazem!
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segunda-feira, 6 de Agosto de 2012

Marte aqui tão perto

Chegaram já as primeiras imagens do robot enviado a Marte, o Curiosity. É mais um Curioso que foi à procura de vida noutro planeta. Não podemos deixar de achar engraçada a semelhança de nome da sonda com o de quem aqui escreve. Mas semelhanças não se ficam pelo nome, ressalvadas as distâncias! A Nasa mandou um robot à procura de vida a uns milhares de quilómetros; por cá limitamo-nos a procurar vida na na nossa terra. A probabilidade do Curiosity encontrar vida em Marte é quase a mesma que aqui temos de encontrar alguma coisa a mexer. Acreditamos que os técnicos da Nasa não esperam encontrar nenhum marciano assim como por cá não esperamos encontrar ninguém da câmara nas ruas a ver se alguma coisa está a ser mal feita ou se alguma coisa precisa de ser feita. Não sabemos ainda se o robot irá regressar à terra mas temos esperança que, se vier, a Nasa possa emprestá-lo para ver se ele por aqui, de tão equipado que está, consegue encontrar alguma espécie de vida ou de movimento na Marinha. Até lá, o Curiosity vai tentando encontrar vestígios de vida em Marte assim como por aqui vamos continuar a tentar encontrar vestígios de vida na nossa terra!
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A Cruz do Santos

Estivemos com o deputado Pedrosa e há muito que não o víamos tão sorridente. Ainda pensámos que era por causa das férias mas, depois de falarmos um pouco com ele, percebemos que a razão tem já a ver com as próximas eleições. A confusão que se instalou no PSD está a dar-lhe razões para andar sorridente. É quase como se já estivesse a preparar o discurso de vitória do seu partido. Ao mesmo tempo, sentimos nele um pouco de pena por aquilo que o Santos está a passar. Ler no jornal que não lhe dão o apoio que precisa e que querem aproveitar-se do que foi o último resultado eleitoral não deverá ser fácil. A Cruz que o Santos agora carrega deverá ser assim bem pesada porque, além do oportunismo que se nota existir, o peso da ingratidão, misturado com uma boa dose de estupidez à mistura, deverão tornar o peso da cruz bem mais pesado do que a que Cristo carregou. O que nos espanta é o facto de, depois de tanta ingratidão, ele não ter ainda batido com a porta e ter deixado, neste ano que falta até às eleições, que os novo eleitos da concelhia se espalhem ao comprido com o que estão a ser as asneiras que têm vindo a cometer.
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domingo, 5 de Agosto de 2012

Pena não ser cá

Agora que temos possibilidade de tirar uns dias para sair da terra, fomos dar um passeio por outras cidades onde, tínhamos esperança, poderíamos encontrar algum movimento uma vez que estamos cansados de nada acontecer. Estamos agora por Braga onde se vê movimento, crescimento e desenvolvimento. De entre as muitas coisas que gostámos de ver, uma deles deixou-nos com sentimento de querer que na nossa terra sigam este exemplo. Quando na terra passamos por uma rua ou mesmo pelos parques, o que vemos é cimento e relva. Não existe cor nem nada que nos desperte a atenção. Deverá ser por isso que muitos consideram a Marinha uma terra feia. Aqui, ao contrário de lá, o que aqui se vê são jardins com flores, com cor, com cheiro. Dá gosto aqui andar na rua e nos jardins. São coisas destas, pequena e de quase investimento nulo, que a nossa terra precisa. Para isso basta ter imaginação e vontade de fazer alguma coisa. Será que quem manda na câmara não tem olhos para ver que não é caro nem difícil tornar a nossa terra mais bonita e num sitio mais agradável para se viver. É que bastava olharmos para as flores que esquecíamos tudo o que de mal existe por lá! 
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sábado, 4 de Agosto de 2012

O veredicto

Muitos poderão já não se recordar do momento em que o deputado Pedrosa, a respeito da ida do Soares dos Santos para fora, escreveu que ele era um FDP (rever aqui). Veio depois, de uma forma muito mal articulada, tentar arranjar uma desculpa. Lemos agora que no Porto, por causa de um texto que foi escrito a respeito do Rui Rio em que dizia que ele era um FDP, o tribunal considerou que esse termo quer mesmo dizer "filho da p...", como se pode ler aqui. Já sabíamos que o resultado iria ser este mas isto levou-nos a lembrar que este personagem da nossa vida política tem andado desaparecido. Não que estejamos com saudades mas estranhamos ele andar tão calado, sem dizer ou fazer asneiras. Meses depois de ele ter dito o que disse, porque é que só o tal empresário do Porto é condenado por ter chamado um nome feio ao Rio? Possivelmente o dono do Pingo Doce terá sido mais sério do que o deputado que o insultou e não quis arrastar o assunto pelos tribunais. Mas, agora que está confirmado que não se pode chamar FDP a qualquer um, como é que vamos conseguir dirigir-nos a este deputado e como é que o podemos chamar?
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Começar pelo telhado

Há uns dias lemos que um dos clubes mais emblemáticos da terra estava a necessitar de obras urgente. Agora dirigido pelo Vítor, o SCM vai iniciar obras. Não sabemos ainda o que esteve na base da promessa, mas soubemos que o Álvaro terá prometido ajudar aquele clube com cerca de cinquenta mil euros para que pudessem substituir o telhado que, ao que sabemos, está uma lástima. Achamos bem que, se há dinheiro para fazer uma casa da cultura e um cubo de vidro, seja dado apoio aos que, ao longo dos anos, têm apoiado quem a eles recorre e tem mantido actividade desportiva. O que já não achamos bem é, ao que conseguimos saber, o Álvaro andar agora como uma enguia a  tentar fugir dos que dirigem aquele clube e a arranjar desculpas para evitar ter que cumprir o que prometeu. Com este cenário, acreditamos que iremos ver o velho pavilhão da Embra com boa iluminação, única na região pela capacidade de poupança, ao mesmo tempo que iremos ter a possibilidade de, enquanto vemos os jogos em pavilhão, ver, ao mesmo tempo, as estrelas!  Quando chover, bom aí o melhor será pensar em por novo sistema de iluminação! Aqui é um dos casos que se pode dizer que se começou a obra pelo telhado! Terá a promessa tido a ver com o facto de querer , por alguma razão, agradar ao Vítor?
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sexta-feira, 3 de Agosto de 2012

Feira de velharias

Este fim de semana têm inicio uns festejos em S. Pedro, organizado pela Moher. Pelo que tivemos conhecimento, irá ser tentada a venda de artesanato e de algumas antiguidades. É o momento certo para que alguns possam despachar-se dos monos e do que têm em mais em casa. Isto fez-nos lembrar o que tem estado a acontecer no PCP. A gestão que tem estado a ser posta em prática poderia levar a que muitos começassem a pensar na possibilidade de ali colocarem em venda alguns dos monos que têm e que, pelo que conseguimos saber, estão a ocupar espaço de alguns que, com ideias novas, poderiam aparecer. Sabemos que a relação que existe entre o PCP e o Tojeira não é a melhor mas estamos convencidos que ele não se importará que ali possa ser colocada uma banca de venda das velharias que o PCP tem e que estão a ocupar algum do espaço que poderia ser dado a quem possa ter uma maior dinâmica e visão. Este tipo de eventos tem vantagens para a dinâmica da terra e poderia permitir que alguns dos horizontes fossem alargados, ficando assim todos a ganhar. O que poderia acontecer era que ninguém quisesse comprar algumas das velharias mas estamos convencidos que algumas poderiam ser mesmo oferecidas ou mesmo pagarem para que alguém ficasse com elas! 
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Mais um tiro no pé

Há quem não saiba quando ficar calado ou, não querendo fazê-lo, saiba como falar bem. A propósito do que tem sido falado relativamente à retirada de confiança politica ao Santos, a comissão politica sentiu-se na necessidade de vir "esclarecer posição". Quando se começa a ler o "esclarecimento" pensa-se que eles vêm afirmar que não foi retirada confiança politica. Não! No texto, a comissão politica acaba por dizer que "O Dr. António Santos, actual vereador, eleito pelo PSD, em exercício na Câmara Municipal da Marinha Grande, assim como todos os restantes membros do PSD em funções na Assembleia Municipal, Juntas de Freguesia e Assembleias de Freguesia, merecem por nós, comissão política, todo o reconhecimento.". A palavra chave está no fim da frase: reconhecimento. Ou seja, em momento algum do esclarecimento é afirmado que mantêm a confiança politica ou que dão o "apoio indispensável" aos actuais eleitos. Reconhecem apenas o que eles fizeram e dão o apoio aos futuros eleitos. Vieram assim esclarecer que não sabem esclarecer nada! Aliás, se alguma coisa fazem, é confirmar o que já se dizia! É com uma comissão politica que esclarece ou pensa assim que querem ter bons resultados! O que vale é que a comissão politica tem sete elementos e têm ainda muitos pés para continuar a dar tiros! Estavam tão bem calados!
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quinta-feira, 2 de Agosto de 2012

Almoço com o presidente


Lemos hoje uma extensa entrevista do Logrado (tão extensa que já permite ver alguns dos apoios que tem) onde ele se anuncia como candidato. Não é novidade e já há muito que aqui sabemos disso. Esperávamos  mais e melhor! Sem que dê qualquer indicação de quem será a equipa, surge como o líder de uma amalgama de descontentes, de um movimento que todos aceita. O "projecto" surge cheio de chavões, palavras caras e citações, não sabemos tiradas de onde, que permite que nelas se enquadrem todo o tipo de ideias, boas ou más, sem que, no entanto, se estenda muito no que são as reais e concretas medidas para a terra. Uma coisa são as ideias gerais, outra são as medidas concretas e essas não lemos! Ficámos com algumas dúvidas quanto à real possibilidade de por em prática as ideias que disse ter. A título de exemplo, numa altura em que as colectividades lutam por conseguir ter quem as lidere, não vemos como conseguirá fazer uma gestão partilhada da Casa da Cultura; fica por saber como irá atrair investimento ou fomentar o aparecimento de novas actividades. Parece-nos assim já muito discurso de político, cheio daquilo que todos querem ler mas sem proposta de medidas concretas. Se poderá haver o argumento de que ainda é cedo para dar essas ideias, ficamos sem perceber porque então se estendeu já tanto! Teremos uma coisa boa! Possibilidade de almoçar à borla uma vez por semana na sua companhia! Resta saber em que moldes nos poderemos candidatar a ter lugar na mesa.
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O negócio nos bombeiros

Há uns dias falámos num carro de transporte de doentes que foi oferecido. Tivemos curiosidade de ir saber como funcionavam as coisas até agora em muitas corporações. Ficámos espantados! Pelo que conseguimos apurar, o transporte de doentes tem sido, para as associações de bombeiros, uma fonte de rendimentos interessante mas que, pelo que foi feito, fez com que tudo fosse mudado, com prejuízo para os utentes. Pelo que conseguimos saber, a Segurança Social pagava por cada transporte. A fonte de rendimento extra surgia quando, no mesmo carro, era transportado mais do que um doente e à segurança social era apresentada conta como se o carro fosse apenas com um, sendo as despesas apresentadas como se fossem feitos vários transportes. Conseguia-se com isso receber por vários transportes quando na realidade apenas um era feito. Percebemos aí a razão de existir um interesse maior na aquisição de viaturas de transporte de doentes do que de combate a incêndios e de sentirmos, quando os incêndios aparecem, que nem sempre os meios são os necessários. Mas soubemos também a falta de meios se deve ao facto de a fonte de receita ter diminuído agora que se instalou um sistema de controle automático de consumo de combustível, que impede que se receba por combustível o que não se gastou. Pode-se dizer que era a forma de sustentar as corporações mas este tipo de actuações, de algumas direcções, fez com que muita coisa fosse mudada e fez com que muitas vezes o trabalho dos soldados da paz fosse inglório porque não tinham nem têm os meios necessários para o que fazem voluntariamente. Eram decisões das direcções das associações que mais têm a ver com gestão comercial que humanitária! Não admira que os bombeiros se queixem de alguma direcções! E já agora, como ficou a questão da ambulância que foi oferecida há uns anos à corporação da Marinha por um grupo de senhoras, que deveria ser ambulância medicalizada (pelo menos quem contribuiu fê-lo a pensar que assim iria ser) e no fim se optou pela compra de uma ambulância normal? E como ficou a questão da auto-escada?
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quarta-feira, 1 de Agosto de 2012

Sem solução à vista

Algum tempo passado desde que a confusão teve início no seio do segundo partido da oposição, está-se ainda sem solução à vista. Aqueles que nada fizeram antes das eleições da concelhia, estão agora a tentar que as ideias do seu presidente não vão para a frente. Depois de ter sido colocado o lugar à disposição por parte do vereador em exercício, torna-se evidente que as relações entre o vereador e o presidente da concelhia não serão de confiança ou proximidade. Ao mesmo tempo, a distrital não quer perder o trunfo que ganhou há três anos mas não será de esperar que o Santos volte atrás depois do que aconteceu. O assunto pode estar assim nas mãos do presidente da assembleia da concelhia e do ascendente que sempre teve sobre o Cruz. Defendem alguns que, apesar de o Cruz estar já a fazer convites para integrar a lista e ter já muitas recusas, a solução passa pelo afastamento do presidente da concelhia como forma de ultrapassar o imbróglio por si criado. Começa a parecer uma novela sem fim à vista mas que, com o aproximar das eleições, começa a preocupar aqueles que viam num bom resultado do PSD a possibilidade de a actual oposição fazer frente ao PS. Há aqueles que dizem que tudo isto é bem feito para todos aqueles que se estiveram a borrifar para o que acontecia! Quem estará a delirar com esta situação será o PS que poderá ver assim o caminho facilitado para a reconquista da câmara.
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Os apoios ao desporto

Tivemos acesso à proposta de comparticipação da câmara à actividade desportiva dos diversos clubes do concelho. Depois de lermos e vermos que o valor que a câmara irá distribuir é menor do que o ano passado, ficámos com dúvidas quanto aos critérios usados. Nota-se uma redução acentuada no financiamento de todos os clubes no que diz respeito ao futebol e um aumento nas outras actividades. Não que consideremos que o futebol deva ser privilegiado mas não conseguimos entender a razão de haver uma redução tão acentuada enquanto há aumento noutras actividades. Também não entendemos a razão de o andebol, que tem agora atletas com destaque, ter sofrido uma redução também ela significativa. Temos sempre dificuldade em entender este tipo de decisões quando não são dadas explicações que permitam que nós, meros munícipes que não têm mais informação do que a maioria dos demais, consigamos perceber a razão de existirem estas distinções. Tínhamos a ideia que a distribuição de apoios se fazia pelo número de atletas inscritos mas depois de vermos que, para cada tipo de modalidade, são entregues valores iguais, não conseguimos deixar de sentir que existirá aqui alguma injustiça. Os valores que irão ser entregues, deixamos para consulta aqui e aqui.
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